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Questões por página:
A compreensão da etiologia do AVC é fundamental para seu adequado tratamento e prevenção secundária. Em relação ao AVC criptogênico com características de ESUS (Embolia de origem indeterminada), assinale a alternativa correta.
Mulher de 27 anos procura atendimento após apresentar episódio súbito de alteração visual seguido de cefaleia. Refere que, cerca de 20 minutos antes de a dor iniciar, percebeu pontos brilhantes no campo visual direito, que progressivamente se transformaram em um escotoma cintilante que se expandiu em forma de arco. O fenômeno visual durou aproximadamente 25 minutos e foi seguido de cefaleia hemicraniana esquerda, pulsátil, acompanhada de náuseas e fotofobia. A dor durou cerca de 6 horas, com melhora parcial após uso de analgésico comum. Nega fraqueza, dificuldade de fala, febre ou trauma recente. Em sua avaliação, apresenta sinais vitais estáveis e o exame neurológico foi normal após a resolução do episódio. Qual é o diagnóstico mais provável?
A solicitação dos pais deve ser integralmente atendida, pois o princípio da autonomia familiar é absoluto na pediatria, independentemente da proporcionalidade e do benefício clínico das intervenções propostas.
Paciente de 82 anos, com insuficiência cardíaca avançada (NYHA IV), demência vascular moderada, múltiplas internações por congestão e perda funcional progressiva, vive com a filha, que é sua cuidadora principal. Nas últimas semanas, apresenta anorexia marcada, dispneia em repouso, agitação noturna e episódios de recusa alimentar. A filha está exausta, relata culpa por não “conseguir fazer o pai comer” e insiste que a equipe “faça tudo” para reverter o quadro. Durante a reunião familiar, emergem conflitos, descritos abaixo:

• O fisioterapeuta acredita que o foco deve ser em mobilidade passiva e prevenção de dor por imobilidade.
• A psicóloga identifica sofrimento intenso da filha, com risco de colapso emocional.
• A enfermeira aponta sinais de sobrecarga do cuidador e risco de erros no manejo medicamentoso.
• O cardiologista defende manter betabloqueador e IECA, apesar da hipotensão e piora funcional.
• A geriatra sugere revisão profunda de metas de cuidado e possível transição para cuidados de fim de vida.

A equipe solicita avaliação do especialista em Cuidados Paliativos para conduzir o processo. Considerando as melhores práticas em funcionamento de equipe multidisciplinar/interdisciplinar, assinale a alternativa correta.
Homem de 69 anos, com DPOC GOLD E, internações repetidas por exacerbações (três no último ano), perda ponderal significativa, limitação funcional importante (marcha restrita ao domicílio) e necessidade de oxigênio domiciliar contínuo. Nos últimos meses, apresenta fadiga intensa, dispneia refratária, apesar de tratamento otimizado, e aumento progressivo da dependência nas atividades cotidianas. O médico assistente questiona se é “o momento certo” para encaminhar o paciente para cuidados paliativos mais estruturados. Ele deseja utilizar ferramentas de triagem para embasar a decisão. Considerando os instrumentos mais utilizados para identificar pacientes que se beneficiam de cuidados paliativos, assinale a alternativa correta.