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Paciente de 45 anos, em atendimento na Unidade Básica de Saúde, queixa-se de aumento do fluxo menstrual há cerca de 2 anos, sem dismenorreia e sangramento no período intermenstrual. Com isso, foi solicitado uma ultrassonografia transvaginal, que descreveu leiomioma do tipo 0 da classificação da FIGO (Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia), com cerca de 2,0 x 1,5 cm. Qual a localização do leiomioma e a melhor conduta terapêutica, tendo em vista que a paciente não apresenta desejo reprodutivo.
Primigesta de 39 semanas de idade gestacional, sem comorbidades, em seguimento no pré-natal de risco habitual, foi admitida na maternidade para condução do trabalho de parto. Quais são os cuidados e orientações a serem prestadas neste momento, de acordo com a Diretriz Nacional de Assistência ao Parto Normal, de 2022?
Secundigesta,37 semanas e 2 dias de idade gestacional, comparece à maternidade por redução da movimentação fetal. Teve um parto cesárea há 3 anos por desejo. No cartão do pré-natal, nota-se tipagem sanguínea O Rh negativo. A mesma não sabe a tipagem sanguínea do parceiro e não recorda se recebeu imunoglobulina na última gestação. Após exame físico obstétrico inicial, é solicitada cardiotocografia para avaliação da vitalidade fetal. O seguinte traçado foi obtido, interprete-o e, em seguida, assinale a alternativa correta.

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A síndrome HELLP é uma das mais relevantes emergências obstétricas. Esse acrônimo significa hemólise, aumento de enzimas hepáticas e plaquetopenia. Desenvolve-se em 10% a 20% das gestantes com pré-eclâmpsia grave/eclâmpsia e requer condutas específicas afim de assegurar o bem-estar materno-fetal. Assinale a conduta adequada mediante essa emergência.
Paciente de 24 anos, comparece ao pronto socorro com queixa de dor em região suprapúbica e na fossa ilíaca à direita, com início há cerca de 2 dias e piora progressiva. Nega queixas urinárias ou gastrointestinais. Menarca aos 12 anos, sexarca aos 18 anos, vida sexual ativa com parceiro único, com uso de preservativo masculino. Método contraceptivo: DIU de cobre. A data da última menstruação foi há 2 semanas e 5 dias. Ao exame físico, bom estado geral, estável hemodinamicamente, mucosas coradas; dor à palpação profunda da fossa ilíaca direita, sem sinais de peritonite. Ao toque vaginal, identifica-se massa palpável na mesma topografia.

A USG-TV veio com o seguinte achado:

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Frente a essas informações, qual a melhor hipótese diagnóstica?