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Homem,62 anos, portador de cirrose hepática Child-Pugh C secundária a hepatite C e esteatohepatite, com múltiplas internações por ascite refratária, encefalopatia hepática recorrente e síndrome hepatorrenal tipo 2. Ausência de elegibilidade para transplante. Nas últimas 24 horas, evoluiu com sonolência progressiva, flapping discreto, náuseas, dor abdominal difusa e dispneia leve. Encontra-se hipotenso, com icterícia acentuada, edema de membros inferiores e distensão abdominal importante devido à ascite. Paracentese diagnóstica: gradiente soro-ascite > 1,1; polimorfonucleares 380/mm3, cultura pendente. Considerando o quadro e as melhores práticas em cuidados paliativos para cirrose avançada, qual é a conduta mais apropriada?
Homem de 78 anos, com insuficiência cardíaca avançada por cardiomiopatia isquêmica, FE 15%, múltiplas internações por congestão nos últimos 6 meses, classe funcional NYHA IV persistente apesar de terapêutica otimizada (IECA, betabloqueador, antagonista de mineralocorticoide, dapagliflozina e furosemida). Apresenta dispneia intensa em repouso, ortopneia, caquexia cardíaca, pressão 88/52 mmHg, frequência cardíaca 104 bpm, creatinina 2,1 mg/dL, náuseas e episódios de ansiedade. Tem ICD implantado há anos. Relata pânico noturno por sensação de “não conseguir respirar”. Ele e a família compreendem o prognóstico, expressam desejo de permanecer em casa e evitar novas internações. Considerando o manejo paliativo avançado e baseado em evidências para IC terminal, qual é a conduta mais apropriada?
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Qual é a melhor alternativa de tratamento?
Paciente de 84 anos, com demência avançada (FAST 7C), histórico de câncer colorretal metastático e múltiplas internações recentes, encontra-se acamada, não verbaliza palavras compreensíveis e não segue comandos simples. Apresenta episódios de gemidos, expressão facial contraída, rigidez de membros durante mobilização e agitação intermitente, sobretudo durante cuidados de higiene. Não há sinais clínicos evidentes de infecção ou delirium agudo. Considerando os princípios avançados da avaliação da dor em pacientes não comunicativos em cuidados paliativos, assinale a alternativa correta.
Paciente com neoplasia de cólon avançada, em terminalidade de vida, com dispneia incapacitante e saturação 92% em ar ambiente, já em uso de opioide com dose otimizada. Familiar solicita oxigenoterapia domiciliar. Qual é o raciocínio médico correto?