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Caso clínico hipotético: mulher de 52 anos procura a Unidade de Saúde da Família (USF) por episódios de sangramento vaginal irregular nos últimos 4 meses. Relata ciclos previamente regulares, mas, nos últimos anos, passou a apresentar intervalos menstruais variáveis. Nega dor pélvica importante ou perda ponderal. Refere ondas de calor ocasionais. Não faz uso de terapia hormonal. Ao exame ginecológico, não há lesões visíveis em vulva ou vagina, e o colo uterino apresenta aspecto habitual.
O último exame citopatológico foi realizado há 6 anos, com resultado normal. Diante do quadro apresentado, é CORRETO afirmar que:

Caso clínico hipotético: mulher de 38 anos procura a Unidade de Saúde da Família (USF) por ganho ponderal progressivo nos últimos 3 anos, associado a cansaço frequente. Refere dificuldade para perder peso, apesar de “comer pouco”. Nega constipação importante, intolerância ao frio, queda de cabelo ou irregularidade menstrual. Ao exame físico, apresenta IMC de 33 kg/m², pressão arterial de 124×78 mmHg, frequência cardíaca de 72 bpm e exame da tireoide sem alterações. Exames laboratoriais mostram TSH de 3,8 mUI/L (VR até 4,5), T4 livre normal, glicemia de jejum de 96 mg/dL e perfil lipídico com LDL de 142 mg/dL.


Diante do quadro apresentado, é CORRETO afirmar que:

Caso clínico hipotético: mulher de 61 anos procura a Unidade de Saúde da Família (USF) por episódios recorrentes de “coração acelerado” há cerca de 2 meses. Refere início súbito, sem relação clara com esforço, com duração variável entre minutos e horas, acompanhados de dispneia leve e mal-estar. Nega dor torácica. Relata cansaço progressivo nos últimos meses. Tem antecedente de hipertensão arterial e diabetes Mellitus. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, pressão arterial de 138×86 mmHg e Mellitus frequência cardíaca irregular, em torno de 110 bpm. Entre os episódios, refere-se “normal”.


Diante do quadro apresentado, é CORRETO afirmar que:

Caso clínico hipotético: homem de 63 anos, portador de diabetes Mellitus tipo 2 e hipertensão arterial, procura a Unidade de Saúde da Família (USF) por dor intensa no tornozelo direito há 4 dias. Refere início súbito, com piora progressiva, associado a dificuldade para deambular. Nega trauma recente. Relata febre não aferida nas últimas 48 horas. Ao exame físico, observa-se tornozelo direito com edema importante, hiperemia, aumento de temperatura local e dor intensa à mobilização passiva. O paciente refere episódio semelhante no hálux há alguns anos, diagnosticado como “ácido úrico alto”. Exames laboratoriais disponíveis mostram leucocitose discreta e PCR elevada.


Diante do quadro apresentado, é CORRETO afirmar que:

Caso clínico hipotético: homem de 52 anos procura atendimento por dor lombar há 3 semanas, iniciada após esforço físico. Refere melhora parcial com repouso e piora ao final do dia. Nega febre, perda de peso, irradiação para membros inferiores ou história prévia de câncer. Ao exame físico, apresenta limitação dolorosa de movimentos lombares, sem déficits neurológicos. Solicita “exames de sangue e ressonância” para investigar a causa da dor.
Considerando a abordagem das dores musculoesqueléticas na Atenção Primária à Saúde (APS), o uso de exames laboratoriais e a conduta inicial, é CORRETO afirmar que: