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Lactente de 4 meses com diagnóstico de tetralogia de Fallot em acompanhamento ambulatorial é trazido à emergência às 7h após episódio iniciado durante o banho. Ao exame: cianose intensa, FC 178 bpm, FR 68 irpm, SpO? 68%, irritabilidade e alteração do nível de consciência. O sopro sistólico previamente audível na borda esternal esquerda não é mais identificado à ausculta. Foram iniciados oxigenoterapia e posição joelho-tórax. Acerca do caso, a medida farmacológica CORRETA deve ser:
Recém-nascido de 2 dias de vida, sexo feminino, nascido de parto cesáreo a termo, Apgar 8/9, peso de 4.250 g. A mãe, 34 anos, é portadora de diabetes mellitus tipo 2 em uso irregular de metformina durante a gestação com hemoglobina glicada de 9,2% no 3º trimestre. Na ecocardiografia fetal realizada com 36 semanas, havia sido identificada hipertrofia septal assimétrica. Ao exame do recém-nascido: frequência cardíaca de 148 bpm, frequência respiratória de 52 irpm, saturação periférica de 94% em membro superior direito. Precórdio com impulsão paraesternal esquerda. Na ausculta: B1 normal, B2 única no foco pulmonar, sopro sistólico de ejeção grau 3/6 na borda esternal esquerda, com irradiação para a fúrcula esternal. Pulsos periféricos palpáveis e simétricos nas quatro extremidades. Considerando a história materna, os achados ecocardiográficos fetais e a semiologia neonatal, a combinação de cardiopatias congênitas CORRETA seria:
Criança de 4 anos, sexo feminino, previamente hígida, é levada ao ambulatório de cardiologia pediátrica para investigação de sopro cardíaco detectado em consulta de rotina. Mãe nega cianose, dispneia, cansaço aos esforços ou infecções respiratórias de repetição. Desenvolvimento neuropsicomotor e ganho ponderoestatural adequados. Ao exame: frequência cardíaca de 95 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, saturação periférica de 98%. Precórdio calmo, sem abaulamentos. Ausculta cardíaca: B1 e B2 normais, com desdobramento fisiológico de B2 variável com a respiração. Identifica-se sopro sistólico de ejeção grau 2/6, localizado na borda esternal esquerda média, com timbre vibratório e musical, sem frêmito, sem irradiação significativa. Pulsos normais e simétricos. Conforme o enunciado, a característica auscultatória que, se presente, tornaria obrigatória a investigação complementar por indicar sopro patológico é:
Recém-nascido de 12 dias de vida, sexo masculino, nascido a termo, é trazido à emergência por irritabilidade, recusa alimentar progressiva há 2 dias e palidez cutânea. Ao exame: frequência cardíaca de 185 bpm, frequência respiratória de 72 irpm, tempo de enchimento capilar de 5 segundos. Saturação periférica de oxigênio de 96% em membro superior direito e 72% em membro inferior esquerdo. Pulsos braquiais são cheios e amplos bilateralmente, enquanto os pulsos femorais e pediosos são impalpáveis. Precórdio hiperdinâmico, com 2ª bulha hiperfonética no foco pulmonar. Hepatomegalia a 3 cm do rebordo costal direito. De acordo com o caso clínico, assinale CORRETAMENTE o diagnóstico provável:
Lactente de 8 meses, sexo feminino, portadora de tetralogia de Fallot diagnosticada no período neonatal, aguardando correção cirúrgica, é trazida à emergência por episódio de cianose intensa de início súbito ocorrido durante choro prolongado. Na chegada, encontra-se hipotônica, com cianose central, frequência cardíaca de 172 bpm, frequência respiratória de 62 irpm, saturação periférica de oxigênio de 58% em membro superior direito e pressão arterial de 70×40 mmHg. A ausculta cardíaca revela B2 única e diminuição significativa da intensidade do sopro sistólico previamente documentado em consultas anteriores. Acerca do caso, assinale a alternativa que indica o mecanismo fisiopatológico que explica CORRETAMENTE o quadro clínico: