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Criança de 6 anos, do sexo feminino, é encaminhada pela pediatria geral para investigação especializada após a detecção incidental de um sopro cardíaco em consulta de rotina. Na anamnese, a genitora nega integralmente a ocorrência pretérita ou atual de cianose de mucosas, crises de dispneia aguda, letargia aos pequenos esforços físicos ou episódios de infecções respiratórias do trato inferior de repetição. Os dados antropométricos apontam índice de massa corporal, desenvolvimento neuropsicomotor e ganho ponderoestatural compatíveis com as curvas normatizadas para a idade cronológica. Ao exame segmentar cardiovascular: paciente eupnéica, SatO2 de 99%, precórdio sem frêmitos com sutil impulsão parassagital esquerda sugerindo atividade ventricular direita. A ausculta detecta o componente pulmonar da segunda bulha acentuado com desdobramento amplo e rigorosamente fixo independentemente do ciclo inspiratório ou expiratório do paciente. Ausculta-se também um sopro sistólico de ejeção suave de grau 2/6, confinado à borda esternal esquerda alta. As extremidades periféricas não possuem edema ou alterações de pulsos. Com base nesse caso, o diagnóstico CORRETO é: 
Uma adolescente de 14 anos é diagnosticada com comunicação interatrial tipo ostium secundum de 22 mm, apresentando sinais de sobrecarga volumétrica das câmaras direitas. Recentemente, desenvolveu episódios sintomáticos e recorrentes de fibrilação atrial. Após avaliação com a equipe de hemodinâmica e cirurgia, optou-se pelo fechamento do defeito septal com retalho pericárdico devido a margens anatômicas inadequadas para o fechamento percutâneo. Em relação à abordagem da arritmia nesse tempo operatório, a conduta CORRETA deve ser:
Um Cardiologista pediátrico é chamado para realizar um ecocardiograma fetal em uma gestante de 32 semanas, portadora de doença da valva mitral reumática e fibrilação atrial permanente. O obstetra relata que a paciente faz uso crônico de uma medicação antiarrítmica para controle da frequência ventricular, e a ultrassonografia obstétrica recente detectou restrição de crescimento intrauterino significativo. Adicionalmente, o feto apresenta sinais precoces sugerindo o risco de hipoglicemia neonatal no pós-parto imediato. Considerando o perfil de efeitos adversos das medicações no feto, a medicação que está diretamente associada a esse quadro clínico é: 
Menino de 6 anos com coração univentricular evolui com piora progressiva da insuficiência cardíaca crônica. A despeito da otimização volêmica rigorosa no ambulatório, o paciente apresenta rápido declínio da capacidade funcional e baixa tolerância ao exercício miocárdico. Além da sobrecarga crônica de pressão e volume associada à lesão, o mecanismo celular patológico que contribui diretamente para a progressão da doença nesse indivíduo é: 
Paciente de 15 anos, portador de cardiopatia congênita complexa, relata fadiga progressiva aos esforços e limitação funcional importante. O ecocardiograma realizado em estado de repouso evidencia fração de ejeção ventricular sistêmica preservada e pressões de enchimento normais, dificultando a elucidação da sintomatologia clínica. Com o objetivo de investigar insuficiência cardíaca com disfunção diastólica oculta nesse paciente, a conduta CORRETA deve ser: