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Em relação à abordagem intensiva e às decisões terapêuticas nesse caso, assinale a alternativa que apresenta corretamente a conduta adequada.
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Considerando o quadro clínico, qual mecanismo fisiopatológico explica as correlações clínicas nesse paciente?
Paciente do sexo feminino, de 76 anos, portadora de hipertensão arterial e diabetes mellitus do tipo 2, é admitida na UTI por dispneia intensa e edema agudo de pulmão. O ecocardiograma à beira do leito mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) de 60%, hipertrofia concêntrica e átrio esquerdo dilatado. A monitorização invasiva com cateter de artéria pulmonar evidencia:

•? pressão capilar pulmonar de oclusão (PCP): 26 mmHg;
•? pressão arterial pulmonar média (PAPm): 35 mmHg;
•? índice cardíaco (IC): 2,2 L/min/m2;
•? pressão venosa central (PVC): 12 mmHg;
•? resistência vascular sistêmica (RVS): 1.700 dinas/seg/cm5.

Apesar da congestão, a paciente mantém lactato sérico de 1,6 mmol/L e saturação venosa central (ScvO2) de 70%.
Com base na fisiopatologia micro-hemodinâmica da ICFEP descompensada, assinale a alternativa correta.
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Paciente evolui com piora súbita da dispneia, uso de musculatura acessória e aumento do trabalho respiratório, apresentando gasometria arterial inicial de pH igual a 7,28 e PaCO2 igual a 58 mmHg, além de dessaturação ao ar ambiente. Está consciente, cooperativo e sem contraindicações formais para suporte ventilatório.

Qual é a intervenção inicial recomendada na UTI para manejo da exacerbação aguda desse paciente?
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De acordo com a classificação GOLD 2025, considerando sintomas e risco de exacerbações, esse paciente deve ser enquadrado no grupo