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Paciente do sexo masculino, de 58 anos, portador de diabetes mellitus do tipo 2, dislipidemia e doença arterial coronariana, é admitido no pronto-socorro com cefaleia intensa, turvação visual e dispneia súbita há dois horas. Ao exame físico: PA: 220 × 130 mmHg, FC: 96 bpm, SpO2: 94% em ar ambiente, crepitações bibasais e B3 audível. A gasometria arterial demostra hipoxemia leve, e a radiografia de tórax é mostrada a seguir:
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Com base no quadro clínico, é correto afirmar que o diagnóstico e a conduta inicial são, correta e respectivamente: 
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Qual é a abordagem terapêutica inicial conforme diretrizes?
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Qual é a estratégia correta de estratificação de risco na sala de emergência para orientar conduta invasiva?
Paciente do sexo feminino, de 72 anos, portadora de nefropatia diabética com disfunção renal grave (clearance de creatinina de 14 mL/min/1,73 m2) e insuficiência cardíaca de classe funcional II (NYHA), apresenta dor torácica atípica há uma semana, irradiada para dorso, com melhora em posição sentada e piora ao decúbito. Refere febre baixa e cansaço progressivo na chegada à UPA. Ao exame físico: PA: 110 × 68 mmHg, FC: 98 bpm, bulhas normofonéticas com atrito pericárdico audível, sem sopros, ausculta pulmonar limpa. Exames laboratoriais iniciais: ureia: 198 mg/dL; creatinina: 4,8 mg/dL; potássio: 4,9 mEq/L; troponina levemente aumentada, sem elevação dinâmica. Realizou o eletrocardiograma mostrado a seguir:
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Diante do quadro clínico, a estratégia terapêutica correta é
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Com base nos achados clínicos e laboratoriais, qual é o diagnóstico associado ao quadro clínico?