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 Mulher de 59 anos, hipertensa e com antecedente de Covid há 1 ano, apresenta palpitações, dor torácica atípica e fadiga persistente há 4 meses. Exames realizados: ECG = ritmo sinusal, alterações inespecíficas da repolarização. Ecocardiograma = ventrículos com função normal, sem hipertrofia, sem alterações segmentares, AE discretamente aumentado; holter 24 horas = extrassístoles ventriculares isoladas e 1 episódio curto de TVNS (5 batimentos); troponina basal = negativa; angioTC coronária = sem doença aterosclerótica significativa. O cardiologista suspeita de miocardite crônica ou cicatriz miocárdica como potencial substrato arrítmico.


Qual é o melhor próximo exame para confirmar diagnóstico e definir risco?

Uma mulher de 45 anos, portadora de cardiomiopatia não isquêmica e insuficiência cardíaca classe II, queixa-se de inquietação frequente durante o sono e sonolência diurna nos últimos meses. Ela também tem hipertensão e fibrilação atrial, tendo falhado múltiplas drogas antiarrítmicas e uma tentativa de ablação há 4 meses. Suas medicações incluem: rivaroxabana, 20 mg/dia; sacubitril/valsartana, 97/103 mg 2x/dia; metoprolol succinato,100 mg/dia; furosemida, 40 mg/dia; e espironolactona, 25 mg/dia. Exame físico: altura = 1,78 m, peso = 62,6 kg, frequência cardíaca de 92 bpm e PA: 118 × 78 mmHg. O exame cardíaco revela ritmo irregular com sopro holossistólico grau 2/6 irradiado para a axila, sem galope. Os pulmões estão claros e não há edema. Ela realiza polissonografia e recebe diagnóstico de apneia central do sono.


Além da história de insuficiência cardíaca, qual das alternativas a seguir apresenta um importante fator de risco para apneia central do sono nessa paciente?

Homem, 63 anos, hipertenso e diabético, com dor torácica atípica há 2 meses, relata episódios ocasionais desencadeados por esforço emocional, mas nunca em repouso. Ele faz caminhada leve diariamente sem limitação. Exames: ECG = ritmo sinusal, sem alterações isquêmicas; ecocardiograma transtorácico = FEVE 60%, sem alterações segmentares; probabilidade pré-teste (PPT) para DAC obstrutiva = baixa-intermediária (12%); creatinina = normal; não tem contraindicação a contraste iodado.


Qual é o exame mais apropriado para estratificação diagnóstica da doença arterial coronariana nesse momento?

Homem de 54 anos, previamente hipertenso e ex-tabagista, é atendido pelo SAMU após colapso súbito em ambiente público. A equipe encontra o paciente em fibrilação ventricular (FV), sem pulso. Iniciam RCP e aplicam:


Choque 1: 200 J.


Choque 2: 200 J.


Choque 3: 200 J.


Entre os choques, recebeu adrenalina (1 mg) e amiodarona (300 mg), sem mudança do ritmo. Após três ciclos completos de RCP + desfibrilação adequada, o paciente permanece em FV refratária.


O médico da equipe decide pela dupla sequência de desfibrilação (DSED), usando dois desfibriladores, com pás posicionadas: um sistema anterolateral, e o outro, anteroposterior.


Assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta sobre a DSED,segundo evidências e diretrizes contemporâneas.

Homem de 64 anos, com história de cardiopatia isquêmica e FEVE 35%, sofre colapso súbito enquanto caminha em casa. A esposa presencia o evento, inicia compressões imediatamente, e o SAMU chega em 6 minutos. Na chegada, o monitor mostra ritmo não chocável compatível com atividade elétrica sem pulso (AESP) a 30 bpm, sem pulso palpável. A via aérea está patente e a ventilação adequada com bolsa-valva-máscara. Após 2 minutos de RCP, administra-se 1 mg de epinefrina, sem mudança do ritmo. O acesso periférico, funcionante, está mantido. Os profissionais identificam o seguinte quadro clínico durante a RCP: turgência jugular aumentada; desvio de traqueia para a esquerda; hemitórax direito sem entrada de ar; hipotensão pregressa segundo familiares; estertores ausentes e ausência de trauma.


Qual é a próxima conduta mais apropriada?