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Homem de 58 anos, previamente saudável, apresenta dispneia progressiva, edema de membros inferiores e ascite há 4 meses. Não há história de cirurgia cardíaca, tuberculose ou radioterapia. Ao exame físico: pressão jugular elevada com sinal de Kussmaul positivo; bulhas normofonéticas; edema importante de membros inferiores; sem sopros significativos.
Demais exames:
•? ECG: baixo voltagem difusa.
•? Rx tórax: coração de tamanho normal.
•? Ecocardiograma:
Pericárdio discretamente espessado.
Septo interventricular com movimento paradoxal (“septal bounce”).
Veia cava inferior dilatada.
Função sistólica preservada.
Velocidade de fluxo mitral E’ medial > E’ lateral.
Pressões pulmonares normais.
•? Cateterismo cardíaco (hemodinâmica):
Pressões diastólicas iguais entre VE e VD (“equalização”).
Curva de enchimento em “raiz quadrada” (dip-and-plateau).
Pressão de artéria pulmonar normal.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Um homem de 55 anos, com hipertensão, tabagismo e histórico de ataque isquêmico transitório (AIT), apresenta-se a um pronto-socorro rural com 3 horas de dor torácica intermitente. Na chegada, sua frequência cardíaca é de 92 bpm e a pressão arterial é de 170 × 90 mmHg. Peso: 76 kg. Ao exame físico, ele está diaforético e ansioso. Os pulmões estão limpos, o coração tem ritmo regular com um suave galope de S3, e o abdome é flácido e não doloroso. As extremidades estão quentes e sem edema. Um eletrocardiograma é obtido (figura a seguir). Ele recebe um bolo intravenoso de tenecteplase 40 mg. Após a administração da terapia fibrinolítica, os sintomas do paciente desaparecem e a elevação do segmento ST melhora.

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta no manejo desse paciente?
Uma mulher de 45 anos, com histórico de hipertensão e diabetes tipo 2, chega ao pronto-socorro com 3 horas de dor torácica intensa e persistente. Seus sinais vitais iniciais são: pressão arterial 85 × 60 mmHg; frequência cardíaca 110 bpm; frequência respiratória 25 irpm; e saturação de O2 de 95% em 4 L de O2 suplementar. Ao exame físico, ela está pálida e diaforética. À ausculta, apresenta ritmo taquicárdico regular, galope de S3 e estertores bibasais. A pressão venosa jugular está em 14 cm H2O. As extremidades estão frias e pegajosas. Um cateter urinário é inserido e, após 1 hora, não há diurese. O eletrocardiograma mostra depressões do segmento ST nas precordiais, sem elevação do ST.
Qual é a classificação de Killip desta paciente?
Mulher, 67 anos, hipertensa e diabética, apresenta-se ao pronto-socorro com dor torácica em aperto, iniciada em repouso há 1h 30min, com duração de 20 minutos, associada a sudorese fria. Ela relata episódios semelhantes nos últimos 3 dias, sempre em repouso, mas de menor intensidade.
No atendimento:
•? PA: 148 × 82 mmHg.
•? FC 92: bpm. •? SaO2 : 96%.
•? Não há estertores, perfusão periférica normal.
•? ECG inicial: ritmo sinusal, sem supra de ST, com inversão de T em V4–V6.
•? Troponina ultrassensível (0h): normal.
•? Cálculo de risco GRACE inicial: 118 (risco intermediário).
•? História de DAC prévia: negativa.
Nesse caso, qual é a conduta diagnóstica mais apropriada?