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Paciente do sexo masculino, de 72 anos, portador de diabetes mellitus do tipo 2 e doença renal crônica no estágio 3b, apresenta história de dor abdominal e vômitos há 24 horas. Ao exame físico: PA: 82 × 48 mmHg; FC: 122 bpm; FR: 28 irpm; SpO2: 94% com cateter nasal de O2: 2 L/min; TAx: 38,9 ºC; TEC: 5 s; pele fria. Exames laboratoriais iniciais: lactato: 4,8 mmol/L; leucócitos: 18.000/mm3; creatinina: 2,3 mg/dL (baseline: 1,6). Depois de administrados 30 mL/kg de cristaloide (1,8 L), o paciente evolui com PA média < 65 mmHg. Realizou radiografia de abdome no leito da UTI, mostrada a seguir:
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Qual é o próximo passo prioritário?
Lactente de 10 meses, previamente saudável, apresenta febre, há 48 horas, irritabilidade e ausência de foco infeccioso evidente ao exame físico. É coletada urina por sondagem vesical, que mostra leucocitúria intensa e nitrito positivo. A urocultura mostra o crescimento de Escherichia coli >105 UFC/mL.

Frente a esses dados, qual a conduta diagnóstica e etiológica adequada?
Criança de 5 anos chega ao consultório com inchaço nas pálpebras e nos pés há 7 dias. A mãe relata que a urina está “espumosa” e que o volume urinário diminuiu. A criança está afebril, com pressão arterial normal e sem dor à palpação abdominal. Exames laboratoriais: Urina tipo I: proteinúria intensa (+++), sem hematúria; Relação proteína/creatinina urinária: 4,5 mg/mg; Albumina sérica: 1,8 g/dL; Colesterol total: 310 mg/dL; Creatinina sérica: normal.

Segundo essas informações, é correto afirmar que o diagnóstico provável é
Menina de 10 anos é trazida pela mãe por apresentar cefaleia recorrente há cerca de 6 meses, ocorrendo 3 a 4 vezes por semana, geralmente no final da tarde, especialmente após dias de provas, conflitos escolares ou longos períodos de leitura. Refere dor em aperto, bilateral, localizada nas regiões frontotemporal e occipital, com intensidade leve a moderada, que melhora com repouso ou distração. Nega náuseas, vômitos, fotofobia ou fonofobia. Não há piora matinal nem despertares noturnos. O exame neurológico e oftalmológico é normal. A cefaleia não limita suas atividades diárias, e a mãe relata períodos de semanas sem dor.

Nesse caso, é correto afirmar que o diagnóstico provável é
Menino de 8 anos é levado ao consultório por apresentar dificuldade de concentração, inquietação e fala excessiva em sala de aula. Os professores relatam que ele frequentemente interrompe os colegas, levanta-se sem permissão e se distrai facilmente. O desempenho escolar está abaixo do esperado. O exame físico e neurológico são normais.

Assinale a alternativa correta, segundo o Tratado de Pediatria da Sociedade Brasileira de Pediatria (2024), com relação ao diagnóstico provável.