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Uma puérpera de 32 anos, no 4º dia após cesariana realizada por trabalho de parto prolongado e rotura de membranas por 20 horas, procura o pronto-socorro com febre, dor abdominal intensa e prostração. Ao exame físico, apresenta temperatura de 39,2 °C, frequência cardíaca de 128 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, pressão arterial de 84 × 52 mmHg e saturação de oxigênio de 95% em ar ambiente. Encontra-se sonolenta, respondendo lentamente às perguntas. O útero está doloroso à palpação e os lóquios apresentam odor fétido.

A conduta mais adequada para ela é
Uma gestante de 31 semanas procura atendimento com história de febre alta, cefaleia, mialgia e artralgia há quatro dias. O teste rápido para dengue (NS1) foi positivo no primeiro dia de sintomas. Na reavaliação, encontra-se afebril há 12 horas, refere melhora das dores, porém apresenta dor abdominal contínua e intensa, associada a episódios de vômitos persistentes. Os exames laboratoriais mostram hematócrito em elevação em relação ao exame anterior e plaquetopenia progressiva.

A conduta mais adequada é
Uma gestante de 24 semanas iniciou pré-natal no primeiro trimestre com sorologia para toxoplasmose mostrando IgG e IgM não reagentes. Na consulta atual, nova sorologia revela IgG reagente e IgM reagente, confirmando soroconversão durante a gestação. A ultrassonografia obstétrica não evidencia alterações fetais.

A conduta mais adequada é
Uma gestante de 30 semanas procura o pronto atendimento com história de febre (38,8 °C), tosse, odinofagia, mialgia intensa e cefaleia há 36 horas. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 20 irpm, saturação de oxigênio de 97% em ar ambiente e ausculta pulmonar sem alterações. Encontra-se em período de sazonalidade da influenza, com circulação viral na comunidade, fortalecendo a suspeita clínica de influenza.

A conduta mais adequada é
Uma gestante de 20 semanas realizou o rastreamento pré-natal para infecções de transmissão vertical. Recebeu um resultado reagente para HTLV-1/2 através de um teste sorológico por quimioluminescência (CLIA). A paciente não possui fatores de risco conhecidos, permanece assintomática e pergunta se precisará realizar cesariana eletiva e se poderá amamentar seu filho.

A próxima conduta mais apropriada é