Filtrar


Questões por página:
Mulher de 24 anos, vivendo com HIV, inicia acompanhamento em unidade de referência em infectologia. Relata início da vida sexual aos 17 anos, encontra-se em uso regular de terapia antirretroviral, com carga viral indetectável e contagem de linfócitos CD4 preservada. Nunca realizou exame preventivo do colo do útero.
Considerando as recomendações das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero vigentes, a conduta correta quanto ao início do rastreamento nessa paciente é 
Mulher de 28 anos procura atendimento por ciclos menstruais irregulares (a cada 40 a 60 dias) há cinco anos, associados a hirsutismo leve em região do mento. Exame físico sem sinais de virilização, IMC 31,0 kg/m2 . Antes de confirmar o diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos, o ginecologista solicita exames complementares para excluir outras condições que podem simular o quadro clínico. De acordo com o algoritmo proposto por Helena Teede na "Diretriz Internacional Baseada em Evidências para Avaliação e Manejo da Síndrome dos Ovários Policísticos — 2023", entre as opções abaixo, os exames solicitados inicialmente mais adequados para essa exclusão diagnótica são:
Mulher de 30 anos, com desejo reprodutivo futuro, relata quinto episódio de prurido vulvar e corrimento esbranquiçado nos últimos doze meses, todos confirmados laboratorialmente como candidíase vulvovaginal. No momento, encontra-se novamente sintomática. Deseja reduzir a frequência de novos episódios, além de tratar o quadro atual.
Considerando o diagnóstico de candidíase vulvovaginal recorrente, a conduta terapêutica mais adequada é 
Mulher de 55 anos, na pós-menopausa, relata sangramento uterino anormal há dois meses. Ultrassonografia transvaginal evidencia pólipo endometrial único, medindo 18 mm no maior eixo. Histeroscopia diagnóstica confirma a presença do pólipo sem atipias macroscópicas associadas, ou outras alterações endometriais associadas.
A conduta mais adequada diante desse achado é 
Mulher de 24 anos procura atendimento relatando relação sexual desprotegida ocorrida há 96 horas (quatro dias). Não deseja método intrauterino neste momento e solicita orientação sobre anticoncepção de emergência oral, com a maior eficácia possível, diante do tempo já decorrido.
A conduta mais adequada, considerando a eficácia comparativa dos métodos de contracepção de emergência oral disponíveis no intervalo relatado, é