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Gestante com 29 semanas tem diagnóstico de diabetes gestacional. No momento faz controle com glicemias capilares e tratamento com dieta. Realizou exames laboratoriais há uma semana com os seguintes resultados: hematócrito 27%, leucócitos: 9900/mm3 , plaquetas 201.000/mm3 . Uma ultrassonografia recente evidenciou feto com peso estimado no percentil 69 e volume do líquido amniótico normal.

Com base nesses dados, é correto afirmar que
Gestante de 26 anos, G1P0, com 29 semanas e 4 dias de gestação, é internada com queixa de cefaleia frontal intensa e epigastralgia e PA 154 × 112 mmHg. Não há convulsões ou alterações do nível de consciência. Ao exame, apresenta: FC: 98 bpm, TAx: 36,7 oC, edema ++ em membros inferiores. Reflexos tendinosos vivos e simétricos, sem clônus. Proteinúria de fita: 3+. Exames laboratoriais: creatinina: 1,3 mg/dL, DHL: 630 U/L, plaquetas: 112.000/mm³, TGO: 82 U/L. Ultrassonografia obstétrica com Doppler mostra feto único, BCF presente, peso estimado fetal de 980 g. Doppler de artéria umbilical com fluxo diastólico reverso. Líquido amniótico de volume normal. Cardiotocografia normal.

A melhor conduta para esse caso é
Paciente de 29 anos, G2P1, com 18 semanas e 2 dias de gestação, comparece ao serviço de urgência com queixas de dor hipogástrica e discreto sangramento transvaginal, iniciado há 1 dia. Sem comorbidades, apresenta PA 110 × 70 mmHg, encontrando-se afebril. Ao exame ultrassonográfico, confirma-se ausência de batimentos cardíacos fetais, ausência de movimentos e colapso craniano. O útero tem medidas compatíveis com a idade gestacional, sem sinais de infecção ou retenção prolongada. O colo está fechado e longo.

A melhor conduta para esse caso é
Gestante de 35 anos, G3P2, com 31 semanas e 3 dias, previamente hígida, dá entrada na maternidade com queixa súbita de dor abdominal intensa, sangramento transvaginal escuro em pequena quantidade e redução abrupta dos movimentos fetais há 2 horas. Ao exame físico, apresenta: PA: 150 × 100 mmHg, FC: 98 bpm, altura uterina: 36 cm. O útero encontra-se hipertônico, doloroso à palpação, sem intervalos de relaxamento. O exame pélvico mostra colo fechado, sem dilatação. Ausculta fetal: BCF 90 bpm com desacelerações recorrentes. Ultrassonografia à beira-leito evidencia hematoma retroplacentário.

A melhor conduta para esse caso é
Gestante de 32 anos, G2P1, com 28 semanas de gestação, dá entrada no pronto-socorro com febre alta (39,2?°C), mialgia intensa, dispneia progressiva e tosse seca há 48 horas. Apresenta saturação de O? de 91% em ar ambiente, taquipneia e estertores finos bibasais. Testagem rápida para influenza A é positiva, e a paciente é admitida com suspeita de síndrome respiratória aguda secundária à infecção viral. O quadro evolui com necessidade de O? suplementar e início de antiviral.

A alteração fisiológica pulmonar da gestação que contribui de forma mais direta para a gravidade da infecção viral nesse contexto é