Filtrar


Questões por página:
Mulher de 34 anos, G2P1, comparece sozinha para ultrassonografia obstétrica de rotina com 32 semanas de gestação, sem queixas. A gravidez evoluía bem, com pré-natal adequado. Durante o exame, o médico ultrassonografista observa ausência de movimentos fetais, ausência de batimentos cardíacos e hidropsia fetal generalizada. Realiza manobras complementares e confirma o óbito fetal intraútero.
Diante do achado, o profissional se depara com a paciente ansiosa, perguntando se está tudo bem com o bebê. O ultrassonografista é responsável por realizar o exame, redigir o laudo e comunicar os achados ao obstetra assistente, mas não é o profissional responsável pelo pré-natal.

A conduta mais apropriada diante dessa situação é
João, homem trans de 27 anos, comparece à maternidade com 39 semanas e 4 dias de gestação, em trabalho de parto ativo. É G1P0, a gestação foi planejada com suspensão prévia do uso de testosterona, e o pré-natal foi acompanhado em Unidade de Saúde da Família com equipe treinada em saúde LGBTQIA+. João manifesta desejo de parto vaginal, com presença de seu companheiro e solicita ser tratado pelo nome social e pronomes masculinos.
Ao exame: altura uterina: 34 cm, ausculta fetal: BCF 142 bpm, dilatação cervical: 6 cm, 90% apagado, apresentação cefálica, bolsa íntegra. Sem fatores de risco para distocia ou contraindicações ao parto vaginal. Durante a admissão, um profissional da equipe registra em prontuário: “Parturiente do sexo feminino com quadro compatível com trabalho de parto ativo. Solicita uso de nome social, apesar de se tratar de mulher biológica.”

Considerando o relato acima, a melhor conduta para o caso é 
Gestante de 28 anos, G1P1, deu à luz por cesariana eletiva no termo, sem complicações aparentes. O bebê nasceu saudável, com Apgar 9/10. Após a dequitação, a paciente apresentou sangramento uterino profuso, com útero flácido ao toque uterino. Foram realizados prontamente e em sequência adequada: massagem uterina vigorosa, administração de ocitocina venosa em infusão contínua, metilergometrina intramuscular e misoprostol via retal.
Mesmo após essas medidas, o sangramento transvaginal persiste. A paciente encontra-se com PA 90×60 mmHg, FC 120 bpm, sudoreica, com sinais iniciais de hipoperfusão, mas deseja manter fertilidade.

A melhor conduta para esse caso é 
Puérpera de 33 anos, G2P2, no 3º dia após cesariana, queixa-se à enfermeira de dispneia súbita, dor torácica ventilatóriodependente e palpitações. Refere também mal-estar geral e sensação de desmaio iminente. Não apresenta febre ou tosse. História pregressa: sem trombofilias conhecidas, nega tabagismo. Na gestação atual, foi mantida em repouso prolongado por ameaça de trabalho de parto pré-termo. Exame físico: PA: 95×65 mmHg, FC: 128 bpm, FR: 32 irpm, SatO?: 87% em ar ambiente, MV presente bilateralmente, sem estertores, trombose venosa profunda ausente nos membros inferiores. Exames laboratoriais: ECG: taquicardia sinusal, Gasometria arterial (em O? 2L/min): pH 7,48, pCO? 30, pO? 61. Troponina e BNP discretamente elevadas. Dímero-D: 2400 ng/mL.

A melhor conduta para esse caso é
Mulher de 30 anos, G3P2, com 39 semanas, entra em trabalho de parto espontâneo. Feto único, vivo, em apresentação pélvica incompleta, com estimativa ecográfica de 3.000g. Pré-natal sem intercorrências. Equipe obstétrica opta por tentativa de parto vaginal, com critérios favoráveis e equipe habilitada.
Durante o período expulsivo, após a descida pélvica e nascimento espontâneo até a escápula, observa-se retenção dos membros superiores, com braços elevados e estendidos junto à face torácica. Não há descida da cabeça fetal, mesmo com tração suave. Sinais de sofrimento fetal se instalam.

A melhor conduta para esse caso é realizar manobra de