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Uma paciente de 68 anos de idade procura o hematologista e relata que seus últimos hemogramas mostravam sempre aumento do número de linfócitos, sem nenhuma outra anormalidade. Além disso, diz ser assintomática até duas semanas antes, e levar vida ativa. Duas semanas antes da consulta, passou a apresentar dispneia ao subir escadas ou ao andar num passo mais acelerado.
Ao exame físico, palidez (++/4+), leve icterícia (+/4+), LDH elevada, teste de Coombs direto positivo. O hemograma feito após a consulta mostrou uma hemoglobina era de 9g/dL, com VCM de 95fL. Havia reticulocitose relativa (8%).

Diante desse quadro, o diagnóstico mais provável é
Um paciente de 3 anos de idade, portador de hemofilia A grave, em uso regular de profilaxia com concentrado de fator VIII recombinante desde os 6 meses de idade, na dose 35 UI/kg de peso, 3 vezes por semana. Subitamente, começa a apresentar hemartrose recorrente de joelho.
Na cidade onde mora não há laboratório de hemostasia de referência, mas o laboratório geral realiza um coagulograma, que revela um T.P. normal e um PTTa muito alargado. O laboratório faz também um teste da mistura, que não resultou em nenhuma melhora no alargamento do PTTa.

A melhor explicação para essa situação clínica é
Um indivíduo do sexo masculino, 47 anos de idade, procura atendimento médico com queixas de astenia, dispneia aos grandes esforços e saciedade pós-prandial precoce, surgidas 3 meses antes e que vêm piorando desde então.
Ao exame físico, volumosa esplenomegalia, palidez (+/4+). O hemograma mostra uma dosagem de hemoglobina de 11,5g/dL; a leucometria global era de 120.000/µL, com desvio escalonado (presença de mielócitos e metamielócitos e de basofilia) e a contagem de plaquetas, de 520.000/µL.

O exame a ser solicitado para confirmar o diagnóstico e a terapêutica a ser proposta são, respectivamente,
Uma mulher de 32 anos, com queixas de mialgia, epistaxe, petéquias e equimoses, procura um hematologista, que solicita um hemograma e um coagulograma. Os resultados desses exames mostram: hemoglobina 8,4 g/dL; leucócitos 9.500/µL, com 25% de blastos; contagem de plaquetas de 28.000/µL; TP de 19 segundos (controle 13s), com RNI de 2; PTTa de 44 s (controle 32); fibrinogênio 90 mg/dL; PDF elevados. O esfregaço do sangue periférico mostra bastonetes de Auer.

Diante desse quadro, a conduta inicial recomendada é
Uma gestante O Negativo, 15 anos de idade, dá à luz uma criança que nasce com sinais de sofrimento fetal. O grupo sanguíneo da criança é A Negativo, e ela apresenta anemia intensa e hiperbilirrubinemia indireta de 18 mg/dL (no sangue do cordão umbilical). O teste de Coombs indireto da criança, feito também no sangue do cordão umbilical, foi levemente positivo (+/4+). A pesquisa de anticorpos irregulares na mãe foi negativa. Decidiu-se pela realização de uma exsanguineotransfusão.

O sangue a ser utilizado deve ser sangue total