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Paciente masculino, 48 anos, etilista crônico, com histórico de pancreatite aguda há 3 meses, retorna com queixa de dor abdominal persistente em andar superior, sensação de massa abdominal e episódios de plenitude gástrica precoce. Refere emagrecimento de 6 kg.
Ao exame físico: massa palpável em epigástrio, dolorosa, móvel à palpação superficial. Sem febre. Exames laboratoriais: leucócitos normais, função hepática preservada, amilase e lipase discretamente elevadas. TC de abdome com contraste: coleção cística bem delimitada, unilocular, de 10 cm, adjacente à cabeça e ao corpo pancreático, sem septações.

Nesse caso, o diagnóstico e a conduta inicial mais apropriados serão
Um homem, 52 anos, previamente saudável, dá entrada na UTI com pancreatite aguda grave em evolução há 15 dias. Evolui com febre persistente (39 oC), leucocitose de 19.000/mm³ e falência orgânica múltipla parcial (insuficiência renal e respiratória controladas com suporte). Tomografia abdominal com contraste demonstra extensa área de necrose pancreática e peripancreática ( > 50% do pâncreas), com presença de gás na coleção, sugerindo infecção da necrose. Cultura de punção percutânea guiada por TC confirma crescimento de E. coli.

Segundo as recomendações atuais, a conduta mais apropriada será 
Um homem de 56 anos, previamente saudável, apresenta aumento progressivo do volume abdominal nos últimos 6 meses, com sensação de distensão, náuseas e perda de peso de 8 kg. Não refere dor intensa, febre ou alteração importante do trânsito intestinal. Ao exame físico, nota-se abdome globoso, com ascite de aspecto mucoso à paracentese e massa palpável em fossa ilíaca direita.
Uma tomografia de abdome revela coleção mucinosa encapsulada em fossa ilíaca direita, associada a múltiplos implantes peritoneais e ascite mucinosa. O apêndice encontra-se dilatado e com parede espessada. Exames de marcadores tumorais mostram: CEA: 5,2 ng/mL; CA-19.9: 45 U/mL e CA-125: 90 U/mL.
Foi realizada biópsia percutânea do implante peritoneal, com diagnóstico de pseudomixoma peritoneal de origem apendicular.

A conduta terapêutica mais adequada nesse caso será 
Um paciente de 68 anos apresenta disfagia progressiva para sólidos e líquidos, halitose e episódios frequentes de regurgitação de alimentos não digeridos várias horas após as refeições. Relata sensação de “bolo na garganta” e episódios ocasionais de tosse pós-prandial. Uma esofagografia baritada revela uma protrusão sacular na parede posterior da junção faringoesofágica.

Com base no quadro clínico e nos achados de imagem, o diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica são
Paciente de 68 anos, sexo feminino, apresenta queimação retroesternal crônica, regurgitação pós-prandial e anemia ferropriva. Em uma endoscopia digestiva alta, observa-se hérnia hiatal volumosa com esofagite grau C de Los Angeles.
A tomografia evidenciou migração intratorácica parcial do fundo gástrico, sem sinais de encarceramento. A paciente é estável clinicamente, mas relata impacto funcional significativo.

Para essa paciente, a conduta mais apropriada será