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Uma paciente de 62 anos apresenta dor abdominal discreta no flanco esquerdo e perda ponderal de 8 kg em 3 meses. Tomografia de abdome com contraste evidencia uma massa sólida de 3,8 cm na cauda do pâncreas, com envolvimento de linfonodos peripancreáticos, mas sem invasão de vasos maiores nem metástases à distância. A biópsia guiada por imagem confirmou adenocarcinoma ductal. Os exames laboratoriais mostram CA 19-9 discretamente elevado. ECOG 1.

Após análise e com base no estadiamento clínico T2N1M0 (estágio II), a conduta mais apropriada será
Uma paciente de 44 anos, previamente saudável, apresenta icterícia de início súbito, colúria e acolia fecal há 4 dias. Relata episódios prévios de dor em hipocôndrio direito com irradiação para dorso, geralmente pós-prandiais. Nega febre ou emagrecimento. Exame físico revela icterícia e leve dor à palpação do quadrante superior direito.
Uma ultrassonografia mostra vesícula biliar com cálculos e colédoco com 9 mm de diâmetro, sem massa pancreática. Exames laboratoriais demonstram bilirrubina total de 6,8 mg/dL (direta 5,2), FA e GGT elevadas, AST e ALT discretamente aumentadas.

Diante desse quadro clínico, a conduta mais apropriada, nesse momento, será
Homem de 58 anos, portador de hepatite C crônica e cirrose hepática compensada (Child-Pugh A), é submetido à ultrassonografia de rotina que revela nódulo hepático hiperecogênico de 2,5 cm no segmento VII. Tomografia contrastada mostra captação arterial intensa com washout em fase portal. Alfafetoproteína = 180 ng/mL. O paciente encontrase com bom estado geral (ECOG 0) e função hepática preservada.

Para esse paciente, a conduta mais apropriada será
Homem de 46 anos, natural de zona rural de Pernambuco, com história de hematêmese há dois dias. Refere episódios recorrentes de sangramento digestivo alto nos últimos três anos. Nega etilismo ou hepatopatia conhecida. Ao exame, encontra-se pálido, com esplenomegalia palpável. Sem ascite ou sinais de encefalopatia hepática.
Exames laboratoriais mostram bilirrubinas, transaminases e albumina dentro da normalidade; plaquetas = 78.000/mm³. Uma endoscopia digestiva alta revela varizes esofágicas de grosso calibre com pontos de sangramento recente. A ultrassonografia mostra fígado de tamanho e textura normais, esplenomegalia e veia porta dilatada com fluxo hepatopetal.

Nesse caso, a conduta mais apropriada para o tratamento a longo prazo será 
Lactente, 10 meses de idade, é trazido ao pronto-socorro com história de convulsão na manhã do atendimento. A mãe relata história de febre há cerca de 2 dias (até 39 oC), associada a irritabilidade e redução do apetite. Fora avaliado no dia anterior, recebendo diagnóstico de otite média aguda à direita e iniciando amoxicilina (está em uso há cerca de 24 horas) e antipiréticos.
A crise convulsiva desta manhã fora em vigência de febre (38,5 oC) de forma tônico-clônico generalizada, com cianose labial transitória durando cerca de 4 minutos. Não há história prévia de convulsões e mãe nega trauma. A gestação fora sem intercorrências, o desenvolvimento neuropsicomotor está adequado para a idade, sem doenças crônicas conhecidas. Vacinação: esquema vacinal incompleto – recebeu as vacinas do 2º e 4º mês de vida, porém não recebeu as doses previstas para 6 meses (incluindo Haemophilus influenzae tipo b e pneumococo).
Não há história familiar de epilepsia, embora o pai relate ter tido convulsões febris na infância. Ao exame a criança está com o estado geral regular, chorosa e irritada alternando com sonolência leve responsiva a estímulos. Temperatura: 38,3 ?C; FC: 150 bpm; FR: 34 irpm; SpO?: 97% em ar ambiente. À exceção da membrana timpânica direita hiperemiada e abaulada, com nível hidroaéreo visível, compatível com otite média purulenta, não há outras alterações semiológicas incluindo o exame neurológico que é compatível com a idade.
Você realiza exames laboratoriais iniciais cujos resultados são: hemograma: Hb 11,5 g/dL; leucócitos 15.800/mm³ (neutrófilos 72%, bastões 5%, linfócitos 20%, monócitos 3%); plaquetas 320.000/mm³ – leucocitose com neutrofilia e discreto desvio à esquerda. Proteína C-reativa (PCR): 8,5 mg/dL (VN < 1,0); Glicemia à admissão: 92 mg/dL. O EAS (urina tipo 1), o Raio X de tórax, os eletrólitos séricos e escórias renais são normais.

A conduta mais adequada neste momento, entre as listadas, é