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Uma gestante de 20 anos, G3P2, com dois filhos vivos, 39 semanas de gestação, deseja realizar esterilização cirúrgica definitiva. Durante o pré-natal, manifestou formalmente esse desejo, assinou o termo de consentimento dentro do prazo legal e preenche todos os requisitos previstos na Lei nº 14.443/2022. A gestação evolui sem intercorrências e não há indicação obstétrica de cesariana.

Assinale a orientação mais adequada.
Uma gestante de 24 anos, primigesta, com 36 semanas e 2 dias de gestação, é admitida em trabalho de parto. Refere não ter realizado cultura para pesquisa de Streptococcus agalactiae entre 35 e 37 semanas. Ao exame obstétrico, apresenta bolsa rota há 20 horas, temperatura materna de 37,2 °C e dinâmica uterina regular.

Na ausência do resultado da cultura para estreptococo do grupo B, a conduta mais adequada é
Mulher de 59 anos, com incontinência urinária de esforço confirmada por estudo urodinâmico, foi submetida a tratamento fisioterápico supervisionado (exercícios perineais e biofeedback) por 4 meses, com adesão adequada, sem melhora significativa dos sintomas. Não há prolapso genital associado nem disfunção miccional.

Diante da falha do tratamento conservador, a opção terapêutica mais adequada, dentre as alternativas apresentadas a seguir, é
Mulher de 54 anos, na pós-menopausa, procura atendimento por queixa de saída espontânea de secreção pelo mamilo direito há 2 meses.
Ao exame físico, a secreção é unilateral, espontânea, proveniente de um único ducto (uniductal), de aspecto sero-hemorrágico, sem tumoração palpável associada. Mamografia e ultrassonografia das mamas, realizadas na investigação, não evidenciam alterações.

A conduta a seguir é
Mulher de 24 anos, sexualmente ativa, sem gestação em curso, relata corrimento vaginal amarelo-esverdeado, de odor fétido, associado a prurido vulvar e dispareunia. Exame especular evidencia colpite difusa com aspecto pontilhado ("colo em framboesa/morango"). Exame a fresco do conteúdo vaginal confirma a presença de protozoário flagelado móvel.

Considerando o diagnóstico mais provável e a necessidade de tratamento também do parceiro sexual, o esquema terapêutico com metronidazol mais adequado para o casal, segundo o Tratado de Ginecologia FEBRASGO (2ª ed., 2025), é: