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Mulher de 58 anos foi submetida a histerectomia total há 10 anos, por miomatose uterina sintomática. Não há história prévia de diagnóstico ou tratamento de lesões cervicais de alto grau. Revisão do prontuário confirma que todos os exames citopatológicos realizados antes da cirurgia eram normais. A paciente pergunta se ainda precisa continuar realizando o rastreamento do câncer do colo do útero.

Conforme a diretriz nacional vigente (INCA/Ministério da Saúde, 2025), a conduta correta é 
Mulher de 45 anos, assintomática, realiza ultrassonografia transvaginal de rotina que evidencia cisto ovariano unilocular, medindo 4 cm, com duas projeções papilares em sua parede interna, sem outros componentes sólidos ou septações adicionais.

De acordo com o sistema O-RADS (Ovarian-Adnexal Reporting and Data System), esse achado deve ser classificado como 
Mulher de 28 anos, previamente com ciclos menstruais regulares, apresenta ausência de menstruação há quatro meses. Beta-hCG sérico negativo. Caracteres sexuais secundários normais e útero presente à ultrassonografia pélvica. FSH sérico elevado (compatível com padrão hipergonadotrófico); prolactina e TSH normais.

Diante desse perfil clínico e laboratorial (FSH elevado, útero presente, desenvolvimento mamário normal), a hipótese diagnóstica mais provável é 
Mulher de 29 anos procura atendimento 5 dias após o surgimento de vesículas no grande lábio vulvar esquerdo. As vesículas já haviam se rompido, restando apenas exulcerações em fase de cicatrização, sem aspecto clínico tipicamente característico à inspeção.

Diante desse quadro, assinale a afirmativa correta sobre o diagnóstico do herpes genital (HSV-2).
Mulher de 24 anos procura atendimento no 2.º dia pós-menstrual com queixa de corrimento vaginal amarelo-esverdeado, profuso, associado a ardor genital, disúria e dispareunia, sintomas que ela relata perceber "principalmente logo após a menstruação". Ao exame especular, observa-se aumento do conteúdo vaginal, com pequenas bolhas, hiperemia das paredes vaginais e da ectocérvice, sem sufusões hemorrágicas evidentes. pH vaginal = 5,0. Teste das aminas positivo.

O método diagnóstico mais utilizado na prática clínica para confirmar a suspeita de tricomoníase, apesar de sua sensibilidade apenas moderada (44 a 68%) é a