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Mulher de 47 anos, tabagista, IMC 32 kg/m², encontra-se na fase inicial da transição menopausal e relata fogachos diários há 8 meses, com mais de 10 episódios por dia, acompanhados de sudorese noturna, despertares frequentes e irritabilidade diurna, com impacto significativo na qualidade do sono e na concentração no trabalho.

Considerando os achados do caso, o melhor preditor independente para a duração dos sintomas vasomotores nessa paciente é 
Mulher de 26 anos, com diagnóstico recente de linfoma, iniciará quimioterapia gonadotóxica em 15 dias, tempo suficiente para a realização de um ciclo de estimulação ovariana controlada. Não possui parceiro atualmente e não deseja utilizar sêmen de doador. A estratégia de preservação da fertilidade mais adequada e estabelecida para essa paciente é 
Mulher de 22 anos, nuligesta, sexualmente ativa desde os 16 anos, comparece à consulta ginecológica de rotina e solicita "fazer o preventivo" e o teste de HPV, pois uma amiga da mesma idade foi recentemente diagnosticada com infecção pelo HPV. Nega sintomas, sangramento anormal ou lesões visíveis ao exame especular.

Segundo as Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero (3.ª edição, 2025), a conduta correta nesse caso é
Mulher de 30 anos apresenta amenorreia secundária e galactorreia há seis meses. Ressonância magnética de sela túrcica evidencia microadenoma hipofisário de 6 mm, compatível com microprolactinoma. A paciente deseja restaurar os ciclos menstruais e resolver a galactorreia, sem desejo gestacional imediato.

A conduta farmacológica mais adequada para essa paciente é 
Uma ultrassonografia obstétrica com 20 semanas evidencia feto com desmineralização óssea, tórax muito estreito e micromelia grave (ossos em formato de “estrela”).

Diante desses achados, é correto afirmar que