Filtrar


Questões por página:
Uma puérpera de 30 anos, no segundo dia após parto cesáreo por placenta prévia, evolui com mal-estar, dispneia e sonolência. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 32 irpm, frequência cardíaca de 128 bpm, pressão arterial de 84 × 50 mmHg, temperatura de 38,9 °C e saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente.
A instituição utiliza o Modified Early Obstetric Warning Score (MEOWS) (Escore Obstétrico Modificado de Alerta Precoce) para monitorização clínica de gestantes e puérperas.
Com base nos achados clínicos e na finalidade desse escore, a conduta mais adequada é
Uma primigesta de 30 anos procura atendimento com atraso menstrual de 7 semanas e discreta dor em fossa ilíaca direita. Encontra-se hemodinamicamente estável, sem sinais de irritação peritoneal. A ultrassonografia transvaginal evidencia massa anexial direita de 2,1 cm, sem atividade cardíaca embrionária e sem líquido livre na cavidade abdominal. A dosagem sérica de ?hCG foi de 1.120 mUI/mL, repetida após 48 horas com resultado de 760 mUI/mL. No momento, encontra-se assintomática.

A conduta mais adequada é
Uma gestante de 27 anos, com 11 semanas de gestação, procura atendimento por sangramento transvaginal de pequeno volume. A ultrassonografia evidencia placenta aumentada, com múltiplas pequenas áreas císticas, associada à presença de embrião com restrição importante do crescimento e ausência de atividade cardíaca fetal. É realizada aspiração uterina, e o exame anatomopatológico confirma o diagnóstico de mola hidatiforme.

Das seguintes alterações citogenéticas, assinale a que está mais frequentemente associada ao quadro dessa paciente.
Mulher de 52 anos, há dois anos em amenorreia, refere fogachos diários, moderados a intensos, com impacto no sono e na qualidade de vida. Densitometria óssea recente mostra T-score de -1,8 em coluna lombar (osteopenia). Nega fratura prévia, tabagismo, hepatopatia, tromboembolismo pessoal ou familiar e câncer de mama. Exame físico e mamografia são normais. Deseja iniciar tratamento.

Considerando o quadro clínico e densitométrico descrito, a conduta terapêutica mais adequada, dentre as opções abaixo, segundo o Consenso Brasileiro de Terapêutica Hormonal do Climatério, é 
Mulher 27anos, usuária de implante subdérmico de etonogestrel há três meses, retorna à consulta relatando sangramento vaginal irregular, sem relação com o ciclo menstrual habitual. Refere que o sangramento não é intenso, nega dor pélvica associada e deseja manter o método, apesar do incômodo. O exame físico não mostra alterações.

A conduta mais adequada, entre as opções a seguir, é