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Recém-nascido, sexo masculino, 34 semanas de idade gestacional, parto cesáreo por pré-eclâmpsia materna. Logo após o nascimento, apresentou respiração rápida e gemência. Ao exame com 2 horas de vida: FR: 76 irpm, gemência expiratória, batimento de asa nasal, tiragem intercostal leve. Saturação de O2: 86% em ar ambiente. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular diminuído bilateralmente, sem ruídos adventícios. Ausculta cardíaca: sem sopros, pulsos periféricos palpáveis. Radiografia de tórax: infiltrado retículo-granular difuso, broncogramas aéreos e diminuição do volume pulmonar.
Frente ao exposto, qual o diagnóstico provável e a conduta inicial recomendada?
Criança de 7 anos é trazida ao pronto-socorro após colapso súbito durante uma partida de futebol. Chega inconsciente, sem respiração e sem pulso palpável. Monitor cardíaco é conectado e mostra ritmo de taquicardia ventricular sem pulso (TVSP). Enquanto a equipe ventila com bolsa-válvula-máscara e oxigênio a 100%, a compressão torácica é iniciada. Após 2 minutos de reanimação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade, o ritmo continua sendo taquicardia ventricular sem pulso.
Nesse momento, segundo as Diretrizes de Reanimação Cardiopulmonar Pediátrica da Sociedade Brasileira de Pediatria, qual a próxima conduta indicada?

Recém-nascido, sexo feminino, idade gestacional de 39 semanas, parto cesáreo por sofrimento fetal agudo. Ao nascimento, o recém-nascido está flácido, não respira e apresenta coloração cianótica. É posicionada sob fonte de calor, seca e estimulada, sem melhora. Iniciada ventilação com pressão positiva (VPP) em ar ambiente (FiO2 21%) com máscara bem ajustada. Após 30 segundos de VPP eficaz, observa-se: frequência cardíaca: 50 bpm; saturação pré-ductal: 68%; expansão torácica visível.


Considerando o quadro clínico apresentado e as Diretrizes de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria, a próxima conduta a ser realizada é

Homem de 55 anos, com hipertensão arterial e apneia obstrutiva do sono, é encaminhado para avaliação de doença arterial periférica (DAP) após ser submetido a índices tornozelo-braquiais (ITBs). Ele não se exercita regularmente, mas consegue realizar as atividades diárias sem limitações. Os medicamentos em uso são: aspirina em baixa dose e anlodipino (10 mg/dia). Ao exame físico: frequência cardíaca: 68 bpm; pressão arterial: 118 x 70 mmHg; IMC: 32 kg/m2; não há sopros cardíacos, e os pulmões estão limpos à ausculta; as extremidades estão quentes, sem edema; os pulsos pedioso e tibial posterior são 1+ à direita e normais à esquerda; os pulsos femoral e poplíteo são 2+ bilateralmente. Exames séricos: sódio: 142 mEq/L; potássio: 4,0 mEq/L; creatinina: 1,0 mg/dL; hemoglobina A1c: 5,9%; colesterol total: 158 mg/dL; HDL: 38 mg/dL; LDL: 71 mg/dL; triglicerídeos: 250 mg/dL; aspartato aminotransferase: 42 U/L; alanina aminotransferase: 56 U/L. Os ITBs são 1,1 à esquerda e 0,8 à direita.
O medicamento que mais provavelmente trará maior benefício e esse paciente é a
Mulher de 47 anos é avaliada por um histórico de três anos de dor em todos os músculos e articulações. Ela é motorista de caminhão comercial. Seu sono é ruim, e ela acorda sem se sentir revigorada. O questionário diagnóstico de fibromialgia é preenchido e atende aos critérios para fibromialgia. Refere ansiedade e depressão, com histórico de transtorno por abuso de opioides. Nega uso de medicamentos. Os sinais vitais são normais. Os achados do exame físico limitam-se a uma sensibilidade muscular generalizada com força normal. A avaliação laboratorial revela uma velocidade de hemossedimentação de 19 mm/h, nível de proteína C reativa sanguínea de 0,3 mg/L (normal: < 1 mg/L) e TSH de 1,6 mU/mL (normal: 0,5 a 5,0). Exercícios aeróbicos de baixo impacto são recomendados.
Uma vez optado por tratamento farmacológico, a medicação de escolha é