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Em uma área de floresta, pesquisadores analisaram três grupos de consumidores que vivem associados às mesmas árvores produtoras: insetos herbívoros que se alimentam das folhas, aves que predam esses insetos e vespas parasitas que se desenvolvem dentro das larvas dos herbívoros. Embora as aves apresentem maior energia assimilada por indivíduo, e as vespas sejam muito mais numerosas, o grupo que responde pelo maior fluxo diário de energia entre os heterotróficos na área estudada é o dos insetos herbívoros.
Qual fenômeno ecológico explica esse resultado?
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Nas altas latitudes do Hemisfério Norte, o aquecimento recente associado ao reforço do efeito estufa tem sido mais rápido do que a média global. No Ártico, o derretimento do gelo marinho e da cobertura de neve expõe áreas de oceano e de solo mais escuros, que absorvem mais energia solar do que as superfícies claras recobertas por gelo. Esse ganho adicional de energia favorece novas perdas de gelo. Em regiões de permafrost, o descongelamento do solo também libera dióxido de carbono e metano antes aprisionados, aumentando ainda mais a quantidade desses gases na atmosfera e reforçando o aquecimento inicial. Nesse mesmo contexto de aquecimento, estudos no Atlântico Norte indicam que o derretimento acelerado de geleiras e de mantos de gelo aumenta a entrada de água doce na superfície do oceano. Essa alteração na salinidade tende a enfraquecer a circulação oceânica de grande escala responsável por transportar calor das baixas para as altas latitudes. Com a circulação mais fraca, parte do aquecimento da superfície do mar nessa região é atenuada, mas esse enfraquecimento está associado a mudanças na distribuição de chuvas, na ocorrência de tempestades e em padrões de secas em diferentes áreas do planeta.

As duas respostas do sistema climático descritas para o Ártico e para o Atlântico Norte correspondem, respectivamente, a um feedback
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Em novembro de 2025, durante a 30ª Conferência das Partes sobre Mudança do Clima (COP30), realizada em Belém (PA), o Ministério da Educação apresentou, em painel oficial, a Política Nacional de Educação Ambiental Escolar (PNEAE). De acordo com o MEC, essa política busca apoiar escolas e redes de ensino na implementação da Educação Ambiental, que há anos integra os currículos brasileiros como tema transversal e costuma aparecer em projetos e ações como hortas escolares, manejo de nascentes, atividades de reflorestamento e práticas de sustentabilidade no cotidiano da Escola. Nos documentos divulgados na conferência, o MEC relacionou a criação da PNEAE aos impactos recentes da crise climática sobre a educação, destacando que enchentes, secas e ondas de calor têm interrompido aulas, danificado escolas e atingido com maior intensidade estudantes de comunidades socialmente vulneráveis. A política passa a tratar esses efeitos como uma questão socioambiental e propõe incluir de forma sistemática a educação climática nos currículos, ampliar a formação de profissionais da educação em temas ambientais e climáticos e fortalecer a participação das redes de ensino na elaboração e implementação de ações coletivas de adaptação e resiliência, em articulação com diferentes esferas de governo.
Essa nova política pode ser caracterizada como uma Educação Ambiental que expressa uma orientação
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Na Bacia Sedimentar do Amazonas, pesquisas compararam solos de terra firme e de várzea usados na agricultura familiar. Nessa região, o clima é quente e úmido na maior parte do ano, com chuvas frequentes.
Nos locais de terra firme, os solos formam perfis muito profundos, com vários horizontes bem definidos. Logo abaixo da camada superficial mais escura, aparece uma faixa espessa de solo avermelhado ou amarelado, de textura fina, estrutura bastante estável e quase sem fragmentos de rocha visíveis. Mesmo sendo espessos, esses solos têm baixa disponibilidade natural de nutrientes, o que leva os agricultores a usar grandes quantidades de corretivos e fertilizantes para manter a produção.
Nos solos de várzea, próximos a rios que transbordam periodicamente, o perfil é menos profundo e os horizontes são menos nítidos. A camada superficial é mais escura e rica em matéria orgânica e, logo abaixo, surgem sedimentos mais claros, com minerais pouco alterados. Nessas áreas, a fertilidade natural é maior e a produtividade costuma se manter com menor uso de insumos.

A diferença entre os solos de terra firme e de várzea nessa região está associada à predominância

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Para calibrar um modelo numérico da variação anual da trajetória aparente do Sol no céu, uma equipe de astrônomos coletou dados em diferentes observatórios. Em cada local, registraram as coordenadas geográficas, a data da observação e os horários de nascer e pôr do Sol.



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Os registros apresentados para as cidades I, II, III e IV correspondem, respectivamente, a: