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Um município do interior de Mato Grosso do Sul, ao realizar a prestação de contas anual referente ao exercício financeiro anterior, necessita demonstrar a conformidade de sua gestão. Conforme a Constituição Federal, a fiscalização contábil, financeira e orçamentária da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios é exercida de forma primária pelo Poder Legislativo, com o auxílio de órgãos técnicos especializados. No âmbito municipal, essa responsabilidade recai sobre as Câmaras Municipais.
Um contador recém-formado em Campo Grande (MS) inicia suas atividades profissionais e se depara com a necessidade de seguir um código de conduta e princípios éticos em sua atuação. Ele precisa entender quais normas estabelecem as diretrizes gerais para o exercício da profissão contábil, garantindo que suas ações estejam alinhadas com o interesse público e a qualidade da informação.
A prefeitura de uma cidade do interior de Minas Gerais publicou um edital para a contratação de uma empresa especializada em serviços de limpeza urbana. O valor estimado do contrato é de R$ 5 milhões, e a modalidade escolhida foi a concorrência. Um dos licitantes apresentou recurso administrativo alegando que a comissão de licitação não seguiu os procedimentos corretos ao desclassificar sua proposta, que, segundo ele, atendia a todos os requisitos técnicos e apresentava o menor preço.
Um município do interior de São Paulo está em processo de reestruturação de seus sistemas de controle interno. O prefeito deseja implementar um modelo que não apenas verifique a conformidade dos atos administrativos, mas também avalie a eficácia e a eficiência na gestão dos recursos públicos. Ele busca entender como o Poder Legislativo municipal pode auxiliar nesse processo, garantindo a transparência e a boa aplicação do dinheiro público.
A contadora de um município do Nordeste está elaborando a prestação de contas anual. Ela precisa classificar corretamente as diversas obrigações financeiras que a prefeitura possui, distinguindo aquelas que representam um ônus presente e exigível daquelas que são apenas potenciais ou futuras. Essa classificação é crucial para a correta representação da situação financeira do ente público.