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Paciente de 60 anos, diabético, hipertenso sem controle e cardiopata, apresenta ruptura de grande aneurisma de aorta abdominal, sendo prontamente levado para cirurgia de emergência. Nesse contexto, podemos classificar, na usual escala de ASA, o estado desse paciente como ASA:
A febre quase sempre é um sinal clínico relevante a ser considerado no planejamento da conduta médica. Com relação à principal causa de febre nas primeiras 24 horas pós-operatórias, devemos considerar:
O propofol costuma ser um dos principais fármacos utilizados na indução de anestesia no centro cirúrgico, porém sua utilização em pacientes traumatizados e em choque é especialmente problemática. Dessa forma, uma alternativa medicamentosa recomendável nesse caso seria:
Homem de 52 anos, ASA II, é admitido em unidade de emergência com fratura exposta de fêmur, após acidente de moto. Está sonolento, gemente, com dor intensa, pressão arterial de 90 x 60 mmHg, frequência cardíaca de 90 bpm. A equipe decide realizar a fixação externa em centro cirúrgico sob anestesia geral. Sobre o uso de cetamina nesse paciente, é coerente afirmar que:
Homem de 62 anos, cardiopata, foi submetido a cirurgia geral para realização de troca valvar cardíaca. Após procedimento, foi relatado importante perda da acuidade visual. Em relação à perda visual pós-operatória, observa-se que: