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A cadeia epidemiológica, fundamental para a compreensão das doenças transmissíveis, é composta por agente infeccioso, fonte de infecção, porta de saída, forma de transmissão, porta de entrada e hospedeiro susceptível, sendo que um vírus, por ser um agente acelular, necessita obrigatoriamente de uma célula hospedeira para se replicar, mas as bactérias, por serem procariontes unicelulares, são capazes de vida livre ou parasitária.
A assistência em saúde coletiva, no contexto do SUS, prioriza ações de caráter curativo e reabilitador em detrimento da promoção da saúde e prevenção de doenças, com foco principal na atenção terciária e na resolução de problemas de saúde de alta complexidade.
No cuidado à criança e ao adolescente hospitalizado, a equipe de enfermagem deve se atentar apenas aos aspectos clínicos e cirúrgicos diretos, desconsiderando a importância do ambiente lúdico e da participação familiar no processo de recuperação, uma vez que o foco principal é a intervenção terapêutica.
Em um ambiente hospitalar, a organização do trabalho em equipe envolve a divisão médica, que abrange clínicas e procedimentos médicos, a divisão técnica, composta por profissionais que colaboram diretamente com a medicina, como a enfermagem, e a divisão administrativa, responsável pelos aspectos burocráticos e gerenciais, sendo que a farmácia e a odontologia são exemplos de serviços que integram a divisão médica.
A parada cardiorrespiratória (PCR) pode ser desencadeada por variadas condições, incluindo problemas cardíacos crônicos e fatores externos como o uso de substâncias. A técnica conhecida como 5 Hs e 5 Ts é utilizada para auxiliar no diagnóstico precoce das causas reversíveis de PCR, resumindo as principais etiologias a serem consideradas.