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Uma gestante de 35 semanas chega à maternidade com sangramento vaginal e contrações uterinas intensas. Ao exame, constata-se descolamento prematuro de placenta. A equipe médica avalia a necessidade de intervenção imediata para garantir a segurança da mãe e do feto, considerando a gravidade do quadro.
Um paciente chega à unidade de pronto atendimento com dor torácica intensa, irradiando para o braço esquerdo, sudorese e sensação de abafamento. A equipe de enfermagem aferiu a pressão arterial, que apresentou valores elevados e em ascensão rápida. O paciente relata histórico familiar de problemas cardíacos. Diante desse quadro, qual a principal hipótese diagnóstica a ser considerada pela equipe?
Uma gestante de 30 semanas chega à maternidade com sangramento vaginal e contrações uterinas frequentes. Ao exame, observa-se que o colo uterino está apagado e dilatado em 4 cm. A equipe médica avalia que o parto é iminente e não há condições de transferência para um hospital de referência com UTI neonatal. Qual a principal preocupação da equipe de saúde neste cenário?
Durante o atendimento a uma vítima de acidente automobilístico com suspeita de trauma pélvico, o enfermeiro observa sinais de instabilidade hemodinâmica, como hipotensão e taquicardia acentuada, além de sangramento vaginal visível. A equipe médica suspeita de lesão em órgãos adjacentes à pelve. Qual a principal complicação que justifica a gravidade do quadro e o risco de óbito?
Um recém-nascido de 32 semanas de gestação, nascido por parto prematuro espontâneo, apresenta dificuldade respiratória, cianose e recusa alimentar. Os pais estão apreensivos quanto ao prognóstico e buscam informações sobre os cuidados necessários. Qual o principal desafio a ser enfrentado pela equipe de saúde no manejo deste paciente?