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A observação das manchas de luz em forma crescente
durante um eclipse solar parcial, conforme ilustrado na
figura, pode despertar o interesse científico de um observador atento.
(Paul G. Hewitt. Física Conceitual. Editora Bookman, 2015. Acesso em 14.04.2025. Adaptado)
A partir da situação descrita, considerando os princípios do método científico, é correto afirmar que uma aplicação desse método está na
(Paul G. Hewitt. Física Conceitual. Editora Bookman, 2015. Acesso em 14.04.2025. Adaptado)
A partir da situação descrita, considerando os princípios do método científico, é correto afirmar que uma aplicação desse método está na
A figura a seguir ilustra o astro da constelação de Dragão, que é muito similar à estrela que ilumina a Terra.
(https://revistapesquisa.fapesp.br/um-segundo-sol/ Acesso em 14.04.2025. Adaptado)
A luminosidade da estrela HIP 56948, de acordo com a equação de Stefan-Boltzmann,
(https://revistapesquisa.fapesp.br/um-segundo-sol/ Acesso em 14.04.2025. Adaptado)
A luminosidade da estrela HIP 56948, de acordo com a equação de Stefan-Boltzmann,
Leia o excerto a seguir:
Uma equipe internacional de astrônomos identificou uma jovem estrela variável, localizada na constelação de Escorpião, que altera seu brilho aproximadamente a cada quatro anos. Essa variação de luminosidade provoca um fenômeno conhecido como “eco de luz” na nebulosa circundante, onde diferentes regiões da nuvem de gás e poeira refletem a luz da estrela em momentos distintos, devido à velocidade finita da luz e ao tamanho da nebulosa. Esse comportamento resulta em um padrão em que, quando a estrela aumenta seu brilho, uma parte da nebulosa escurece, enquanto outra se ilumina, e vice-versa. Esse fenômeno é semelhante à reverberação sonora, mas ocorre com ondas luminosas.
(https://revistapesquisa.fapesp.br/estrela-altera-seu-brilho-a-cada-quatro-anos-e-acende-parte-da-nebulosa-que-a-circunda/ Acesso em 08.04.2025. Adaptado)
O fenômeno do “eco de luz” observado na nebulosa em torno da estrela variável mencionada, está corretamente relacionado com
Uma equipe internacional de astrônomos identificou uma jovem estrela variável, localizada na constelação de Escorpião, que altera seu brilho aproximadamente a cada quatro anos. Essa variação de luminosidade provoca um fenômeno conhecido como “eco de luz” na nebulosa circundante, onde diferentes regiões da nuvem de gás e poeira refletem a luz da estrela em momentos distintos, devido à velocidade finita da luz e ao tamanho da nebulosa. Esse comportamento resulta em um padrão em que, quando a estrela aumenta seu brilho, uma parte da nebulosa escurece, enquanto outra se ilumina, e vice-versa. Esse fenômeno é semelhante à reverberação sonora, mas ocorre com ondas luminosas.
(https://revistapesquisa.fapesp.br/estrela-altera-seu-brilho-a-cada-quatro-anos-e-acende-parte-da-nebulosa-que-a-circunda/ Acesso em 08.04.2025. Adaptado)
O fenômeno do “eco de luz” observado na nebulosa em torno da estrela variável mencionada, está corretamente relacionado com
Observe a figura, fora de escala, apresentada a seguir:

(https://letstalkscience.ca/educational-resources/backgrounders/ optical-telescopes Acesso em 08.04.2025. Adaptado)
capacidade de aumento desse telescópio corresponde a
Leia o excerto a seguir:
Além disso, a linguagem das Ciências não é só uma linguagem verbal. As Ciências necessitam de figuras, tabelas, gráficos e até mesmo da linguagem matemática para expressar suas construções. (...) Temos de integrar, de maneira coerente, todas as linguagens, introduzindo os alunos nos diferentes modos de comunicação que cada disciplina utiliza, além da linguagem verbal, para a construção de seu conhecimento.
(Anna Maria Pessoa de Carvalho (org.). Ensino de ciências por investigação: condições para implementação em sala de aula. São Paulo: Cengage Learning, 2014. Adaptado)
A utilização de múltiplas linguagens no ensino de Física visa, principalmente,
Além disso, a linguagem das Ciências não é só uma linguagem verbal. As Ciências necessitam de figuras, tabelas, gráficos e até mesmo da linguagem matemática para expressar suas construções. (...) Temos de integrar, de maneira coerente, todas as linguagens, introduzindo os alunos nos diferentes modos de comunicação que cada disciplina utiliza, além da linguagem verbal, para a construção de seu conhecimento.
(Anna Maria Pessoa de Carvalho (org.). Ensino de ciências por investigação: condições para implementação em sala de aula. São Paulo: Cengage Learning, 2014. Adaptado)
A utilização de múltiplas linguagens no ensino de Física visa, principalmente,