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Por ser uma doença osteoarticular degenerativa, a osteoartrite se caracteriza pela perda progressiva da cartilagem articular acompanhada de neoformação óssea periarticular. Acomete indivíduos de ambos os sexos, tendo uma maior prevalência entre as mulheres, a partir dos 45 anos. Além disso, o peso e a idade são agravantes desta afecção. Pode ser classificada como primária, de causa desconhecida, fatores hereditários podem estar envolvidos, e acomete principalmente as mulheres no período da menopausa; e, secundária, pode estar relacionada com traumas, fraturas, doenças inflamatórias e doenças hematológicas, além de que grande parte dos indivíduos acima de 70 anos apresentam sinais e sintomas da doença. A respeito das características clínicas da osteoartrite, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Dor: é um dos sintomas mais importantes, com a evolução do processo patológico, ela aparece com o uso mínimo e até mesmo ao repouso.
( ) Rigidez: perdura por um período de 30 minutos nas últimas horas do dia, é agravada por movimento, e o acometimento de grandes e pequenas articulações não causa incapacidade.
( ) Função reduzida: altera-se em decorrência da dor, da perda de amplitude de movimento e da força muscular.
( ) Estabilidade articular: acontece pela perda de congruência da cartilagem.
( ) Ganho da mobilidade: ocorre devido à degeneração da cartilagem, aos espasmos musculares secundários à dor e fraqueza muscular pelo desuso da articulação, como reação protetora decorrente do quadro doloroso.
( ) Atrofia muscular: os músculos podem tornar-se atróficos ou hipotônicos.
( ) Deformidades: ocorre por um alinhamento defeituoso da articulação.
( ) Edema: ocorre em períodos de agudização.
O fisioterapeuta precisa trabalhar em conjunto com toda a equipe multi e interdisciplinar para haver um bom resultado na reabilitação do paciente amputado de membros inferiores (MMII). A reabilitação deve ser iniciada o mais cedo possível, com uma equipe coesa de profissionais de saúde, para garantir o sucesso funcional e psicológico do paciente amputado. Além disso, o fisioterapeuta atua em todas as etapas, da pré-cirurgia à independência protética. Assim, a orientação pré-cirúrgica e a conduta fisioterapêutica pós-operatória são cruciais para a preparação do coto, prevenção de complicações e promoção da independência. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta a respeito da conduta fisioterapêutica pós-operatória nas amputações de membros inferiores.
A compressão e/ou lesão dos nervos do sistema nervoso periférico pode ocorrer em qualquer parte do seu trajeto, desde as raízes nervosas até sua terminação nos tecidos do tronco e dos membros. À medida que cada nervo sai do forame intervertebral e dirige-se a seu destino periférico, há locais que aumentam sua suscetibilidade à tensão ou à compressão. Os sintomas e sinais de comprometimento nervoso são alterações ou perdas sensoriais e fraqueza motora na distribuição das fibras nervosas envolvidas. Como os nervos são compostos de tecido conjuntivo inervado e vasos sanguíneos situados em torno dos axônios, dor isquêmica ou dor por tensão também podem ocorrer quando esses tecidos são tensionados. Portanto, conhecer o mecanismo de lesão e os sinais e sintomas clínicos ajuda o profissional a determinar o resultado potencial do paciente e a desenvolver um plano de cuidados. Assim sendo, leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que apresenta o nome do nervo periférico do quadrante inferior descrito: “Forma-se das três divisões posteriores do plexo lombar. Ele emerge da borda lateral do músculo psoas, superior ao ligamento inguinal, e desce por baixo do ligamento até o triângulo femoral, lateral à artéria femoral, para inervar o grupo muscular sartório e quadríceps. O músculo iliopsoas é suprido superiormente ao ligamento. O nervo pode apresentar lesões decorrentes de trauma, como fraturas da pelve ou da região superior do fêmur, durante a redução de luxação congênita do quadril ou em consequência da pressão durante um parto com fórceps, resultando em fraqueza na flexão do quadril e em perda de extensão do joelho. Os sintomas podem ocorrer em razão da presença de neurite no diabetes melito.”
A ventilação pulmonar mecânica não invasiva (VNI) é definida como uma forma ou técnica de ventilação mecânica por pressão positiva em que não é empregado nenhum tipo de prótese endotraqueal ou de traqueostomia, ou seja, são aquelas modalidades que permitem incrementar a ventilação alveolar por meio de dispositivos ou interfaces que podem ser máscaras nasais, máscaras faciais e prongs nasais. A ventilação mecânica não invasiva com pressão positiva pode ser aplicada em diversos modos ventilatórios, com a finalidade de aumentar a ventilação alveolar, mantendo a criança em ventilação espontânea. Para que haja adequada ventilação, é necessário haver um equilíbrio entre as estruturas musculares, o metabolismo e o comando central da respiração por meio do centro respiratório (drive). Qualquer desequilíbrio entre esses sistemas pode levar a falência ventilatória e prejuízo nas trocas gasosas, com necessidade de suporte ventilatório. O CPAP (continuous positive airway pressure), por sua vez, é uma modalidade amplamente utilizada, o CPAP se define como um sistema artificial que gera pressão transpulmonar positiva durante a fase expiratória da respiração espontânea. Diante do exposto, são efeitos fisiológicos do CPAP em crianças, exceto:
O tratamento da incontinência urinária consiste em intervenções fisioterapêuticas, comportamentais, farmacológicas e cirúrgicas. Uma regra prática para a escolha da opção terapêutica adequada é que se deve iniciar sempre pelo método menos invasivo. A estratégia ideal depende do paciente, do tipo de incontinência urinária e do índice risco/benefício de cada intervenção. Além disso, o sucesso de cada modalidade depende da identificação precoce da causa de incontinência urinária. A incontinência urinária acomete inúmeras pessoas e, embora não faça parte do envelhecimento normal, observa-se um aumento da prevalência entre pessoas idosas, acometendo indivíduos idosos de ambos os gêneros, porém, com uma prevalência maior entre as mulheres. Diante do exposto a respeito dos tipos de incontinência urinária, assinale a alternativa que apresenta a descrição correta de incontinência de sobrefluxo.