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Uma paciente de 56 anos, saudável, há 4 anos entrou na menopausa e está em vigência de terapia hormonal com estrogênio transdérmico e progesterona oral. Refere relacionamento de 29 anos, porém queixa-se de falta de interesse sexual de sua parte, há 2 anos. Nega falta de afeto pelo marido e ressecamento vaginal ou dor na relação. Afirma apenas que tem pouco interesse espontâneo por sexo, o que tem gerado conflitos com o marido e sofrimento para ela. Quando a intimidade acontece, relata que tem prazer.
A respeito das orientações que compõem a abordagem dessa paciente, o ginecologista deve considerar que:
Uma paciente de 11 anos comparece à primeira consulta ginecológica com sua mãe em busca de informações sobre a vacina contra HPV.
Nesse atendimento inicial, deve ser informado que:
Uma paciente de 16 anos vai à primeira consulta ginecológica. Demonstra, desde o início, muita ansiedade com a consulta. Não apresenta queixas e refere não ter iniciado vida sexual.
A respeito dessa consulta, é importante considerar que:
Após referir ciclos irregulares e dificuldade de identificar a “janela fértil”, uma paciente de 38 anos realiza uma ultrassonografia transvaginal para controle de ovulação. No décimo sexto dia do ciclo menstrual, é identificada uma imagem anecoica com anel vascular ao redor sugestiva de corpo lúteo.
Em relação a essa fase do ciclo menstrual, é correto afirmar que:
Uma paciente de 24 anos, sem queixas ginecológicas, realiza exame de rotina que evidencia duas cérvices uterinas e septo longitudinal na porção superior da vagina. A ultrassonografia transvaginal no corte transversal evidencia dois cornos uterinos separados, cada um com uma cavidade.
Nesse cenário clínico, a paciente deve ser orientada da seguinte forma: