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Observe a imagem a seguir:

Captura_de tela 2025-09-17 104648.png (432×319)

(Foto: Renan Khisetje. Em Instituto Sociedade, População e Natureza. Brasília, 06.06.2023. Disponível em: https://x.gd/vqwc8)

A imagem é relativa à luta dos povos indígenas
Leia o texto a seguir:

    Esse princípio – que já norteava informalmente a política de alforrias vigente, sendo a forma mais comum de obtenção da liberdade – confirmou-se na política emancipacionista da segunda metade do século XIX, tanto com a lei de 1871 (que legalizava o pecúlio adquirido pelo escravo e a compra da alforria, a partir dessa poupança ou por meio de empréstimo) quanto com a dos Sexagenários, de 1885 (que, como forma de ressarcimento, impunha aos libertandos maiores de 60 anos a exigência de servir seus senhores por mais três anos ou até os 65 anos).

(Maria Helena P.T. Machado, “Teremos grandes desastres, se não houver providências enérgicas e imediatas: a rebeldia dos escravos e a abolição da escravidão”. Em: K. Grinberg; R. Salles (orgs.), O Brasil Imperial - vol. III: 1870-1889, 2024. Adaptado)

O excerto aborda o princípio
Leia o texto a seguir:

    Mas o fato é que, quanto mais o movimento se radicalizava, maior era a autonomia lograda por negros e indígenas, bem como crescia o papel dos líderes africanos. Os escravizados fizeram a diferença no movimento.
    O movimento espalhou-se como rastilho de pólvora e alcançou o que hoje se conhece como os estados do Pará e do Amazonas. Entre 1836 e 1840 os rebeldes se dirigiram para o interior da província e radicalizaram ainda mais, defendendo o fim da escravidão e o direito à autonomia local. Durante dez meses, a elite local permaneceu atemorizada com a perspectiva de um domínio dos rebeldes, os quais, internados nas selvas, lutaram até 1840, quando foram totalmente exterminados. O saldo no número de mortes é dos mais cruéis: estima-se que de 30% a 40% de uma população de 100 mil habitantes.

(Lilia M. Schwarcz; Heloísa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)

O movimento em referência ficou conhecido como
Leia o texto a seguir:

    As obras desse historiador constituem a própria criação de uma história da cultura no Brasil. Com ele, o conceito de cultura procura abarcar uma gama significativamente maior de espaços, dando nova inteligibilidade ao processo histórico: a vida material, o cotidiano, as mentalidades, as práticas e usos populares. A história da cultura concebida por esse intelectual, entre os anos 1940 e 50, não difere muito da história cultural praticada hoje, ressalvando-se evidentemente o maior rigor e cuidado que o conceito de cultura tem recebido mais recentemente no âmbito da Antropologia.

(Laura de Mello e Souza, “Aspectos da historiografia da cultura sobre o Brasil Colonial”. Em: Marcos Cezar Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 2005. Adaptado)

O excerto se refere a
Leia o texto a seguir:

    Esta abordagem do patrimônio histórico, constantemente associada a eventos celebrativos destinados ao consumo turístico da memória, os quais muitas vezes esvaziam desta o seu conteúdo, vem se tornando muito frequente, pois o turismo é um eficaz instrumento de valorização de bens patrimoniais e de captação de recursos para sua conservação.
    Françoise Choay comenta que a ideia de “valorização” do patrimônio tratado como bem de consumo, atualmente, vem sendo feita de forma antagônica: por um lado, encontram-se os restauradores que atuam “sob o signo do respeito”; por outro, são ações “sob o signo da rentabilidade”, destinadas a “valorizar o monumento histórico e transformá-lo eventualmente em produto econômico”.
    Resultará esta abordagem na destruição do próprio objeto que se pretende preservar?

(Priscila Henning, “A preservação do patrimônio entre a teoria e a prática: [...]”. Disponível em: http://www.snh2015.anpuh.org/resources/ anais/39/1434471575_ARQUIVO_priscila.pdf. Adaptado)

O excerto apresenta debate relativo