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A servidora pública municipal Joana, lotada na Secretaria de Saúde de Santos, foi diagnosticada com uma doença rara que exige tratamento contínuo e de alto custo, não disponível na rede pública municipal. Joana busca informações sobre seus direitos e as responsabilidades do Estado em relação ao acesso à saúde.
Em um município do litoral paulista, um paciente necessita de um medicamento de alto custo para tratar uma doença crônica e que não está disponível na lista de fármacos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O paciente ingressou com ação judicial para garantir o acesso ao tratamento.
Um cidadão santista, portador de uma condição médica rara, necessita de um procedimento cirúrgico complexo e de alta tecnologia, que não é oferecido pelas unidades de saúde municipais. Ele busca informações sobre como proceder para ter acesso ao tratamento garantido pelo Estado.
Durante um debate sobre políticas públicas de saúde em Santos, um participante levantou a questão da universalidade no acesso aos serviços. Ele expressou preocupação com a possibilidade de barreiras financeiras ou geográficas impedirem que parte da população usufrua plenamente do direito à saúde, conforme preconizado pela Constituição Federal.
Em uma audiência pública sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) no município de Santos, um cidadão questionou sobre a garantia do acesso universal e igualitário aos serviços de saúde. Ele argumentou que, apesar de a Constituição Federal prever a saúde como um direito de todos, a realidade vivenciada por muitos ainda é de dificuldades de acesso e tratamento.