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Leia o texto a seguir:

    A área em que hoje se acha instalada a cidade de Campinas conta com pouco mais de 260 anos de história colonial/imperial/republicana e com milhares de anos de história indígena.
    Nos marcos de sua formação colonial, a cidade de Campinas surgiu na primeira metade do século XVIII como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

(Prefeitura de Campinas. Origens. Disponível em: https://campinas.sp.gov.br/pagina/origens-37679)

Em relação às origens e à evolução da cidade de Campinas, no século XVIII, está correto afirmar que elas se relacionam
    Os embarques de soja da safra 2024/2025 pelo Maranhão já começaram e devem seguir até o segundo semestre de 2025, informou a edição de abril do Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Desde fevereiro de 2025, o escoamento ocorre principalmente pela Ferrovia Norte-Sul, no corredor logístico Norte, operado pela empresa VLI, que conecta o terminal logístico de Porto Franco (MA) ao terminal portuário de São Luís. A Conab apontou crescimento na produção da safra 2024/2025, o que deve aumentar a movimentação logística, especialmente de soja e milho.

(www.agrolink.com.br, 06.05.2025. Adaptado.)

A capacidade de a ferrovia Norte-Sul escoar a produção agrícola em diferentes parcelas do território brasileiro demonstra

A primeira remessa de algodão brasileiro para o exterior, data, ao que parece, de 1760, e provém do Maranhão, que nesse ano exporta 651 arrobas. De Pernambuco exporta-se a partir de 1778, sendo em quantidade insignificante até 1781. A Bahia e o Rio de Janeiro seguirão o passo. Mas é no Maranhão que o progresso da cultura algodoeira é mais interessante, porque ela parte aí do nada, de uma região pobre e inexpressiva no conjunto da colônia. O algodão dar-lhe-á vida e transformá-la-á, em poucos decênios, numa das mais ricas e destacadas capitanias.


(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil Contemporâneo, p. 143-144)



Contribuiu, decisivamente, para o desenvolvimento do algodão no Maranhão:

A primeira remessa de algodão brasileiro para o exterior, data, ao que parece, de 1760, e provém do Maranhão, que nesse ano exporta 651 arrobas. De Pernambuco exporta-se a partir de 1778, sendo em quantidade insignificante até 1781. A Bahia e o Rio de Janeiro seguirão o passo. Mas é no Maranhão que o progresso da cultura algodoeira é mais interessante, porque ela parte aí do nada, de uma região pobre e inexpressiva no conjunto da colônia. O algodão dar-lhe-á vida e transformá-la-á, em poucos decênios, numa das mais ricas e destacadas capitanias.


(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil Contemporâneo, p. 143-144)



Contribuiu, decisivamente, para o desenvolvimento do algodão no Maranhão:

A primeira remessa de algodão brasileiro para o exterior, data, ao que parece, de 1760, e provém do Maranhão, que nesse ano exporta 651 arrobas. De Pernambuco exporta-se a partir de 1778, sendo em quantidade insignificante até 1781. A Bahia e o Rio de Janeiro seguirão o passo. Mas é no Maranhão que o progresso da cultura algodoeira é mais interessante, porque ela parte aí do nada, de uma região pobre e inexpressiva no conjunto da colônia. O algodão dar-lhe-á vida e transformá-la-á, em poucos decênios, numa das mais ricas e destacadas capitanias.


(Caio Prado Júnior, Formação do Brasil Contemporâneo, p. 143-144)


Contribuiu, decisivamente, para o desenvolvimento do algodão no Maranhão: