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Um assistente social que atua em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) recebe um pedido de informação sobre um usuário por parte de um familiar que não possui procuração legal. O familiar alega ter informações importantes sobre a situação de risco do usuário e que precisa repassá-las à equipe. Diante dessa situação, o profissional precisa agir em conformidade com os preceitos éticos da profissão, especialmente no que tange ao sigilo profissional. Assinale a alternativa que indica a conduta ética mais adequada.
Em um município, a gestão da política de assistência social busca fortalecer a participação cidadã e o controle social sobre as ações e os recursos destinados ao setor. Para isso, a Secretaria Municipal de Assistência Social planeja convocar a comunidade para a eleição dos novos conselheiros municipais e para a realização da Conferência Municipal de Assistência Social, eventos que visam debater e deliberar sobre as diretrizes da política no âmbito local.
Um assistente social atende em um Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) uma família que vivencia múltiplas violações de direitos, incluindo violência doméstica, negligência com os filhos e dificuldades extremas de acesso à moradia e ao trabalho. A equipe do CREAS, juntamente com o assistente social, precisa desenvolver estratégias de intervenção que vão além do atendimento individual, buscando fortalecer os vínculos familiares e articular com outras políticas públicas.
Um assistente social atua em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e se depara com uma família em situação de vulnerabilidade social, com dificuldades de acesso a direitos básicos e marcada por conflitos interpessoais. A equipe técnica, composta por profissionais de diversas áreas, precisa elaborar um plano de intervenção que contemple as necessidades da família de forma integrada. Nesse contexto, a articulação intersetorial e o trabalho em equipe tornam-se fundamentais para a efetivação das políticas públicas.
Um adolescente, em conflito com a lei, foi apreendido em flagrante pela prática de ato infracional equiparado a roubo. Ele reside com sua mãe, que trabalha como diarista e possui outros dois filhos menores. O adolescente já havia sido advertido anteriormente por pequenos furtos. O juiz da Vara da Infância e Juventude precisa decidir sobre a medida socioeducativa mais adequada, considerando o histórico do adolescente, o contexto familiar e a gravidade do ato cometido.