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O leiomioma, mioma ou fibroma, são tumores benignos de maior frequência no aparelho genital feminino, são extremamente comuns, ocorrendo em 20% a 40% das mulheres no período reprodutivo em idade acima de 30 anos. Anatomicamente, os miomas são bem circunscritos, separados do miométrio por uma pseudocápsula de tecido conjuntivo. A forma do mioma geralmente é arredondada ou bocelada, e de coloração esbranquiçada. Podem ser didaticamente classificados pela sua localização no útero. Acerca dessa classificação, analise as sentenças a seguir:
I- Os miomas paridos devem-se a miomas pediculados serosos, que se separam do útero, mas conseguem nutrição sanguínea secundária por meio de estruturas subjacentes, como bexiga, omento, cólon.
II- Os miomas Intramurais são mais frequentes, localizam-se na camada miometrial e podem abaular a superfície externa ou a cavidade uterina.
III- Os miomas subserosos são tumores originados no miométrio que migram para a superfície externa do útero. Podem ser sésseis ou pediculados.
IV- Os miomas Submucosos estão localizados na camada interna do miométrio com projeção para a cavidade endometrial. Podem ser sésseis ou pediculados.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
I- Os miomas paridos devem-se a miomas pediculados serosos, que se separam do útero, mas conseguem nutrição sanguínea secundária por meio de estruturas subjacentes, como bexiga, omento, cólon.
II- Os miomas Intramurais são mais frequentes, localizam-se na camada miometrial e podem abaular a superfície externa ou a cavidade uterina.
III- Os miomas subserosos são tumores originados no miométrio que migram para a superfície externa do útero. Podem ser sésseis ou pediculados.
IV- Os miomas Submucosos estão localizados na camada interna do miométrio com projeção para a cavidade endometrial. Podem ser sésseis ou pediculados.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
Uma das endocrinopatias mais frequentes em ginecologia é a Síndrome do Ovário Policístico (SOP). A SOP é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como disfunção ovulatória tipo 2 ou anovulação normoestrogênica e normogonadotrófica. Entre as manifestações clinicas apresentadas na SOP, estão as manifestações ligadas ao eixo reprodutivo. Dessa forma, são manifestações ligadas ao eixo reprodutivo, EXCETO:
A dismenorreia é a ocorrência de dor durante o período menstrual. O quadro clínico caracteriza-se por cólica na região hipogástrica, podendo irradiar-se para a região lombossacra e face interna das coxas. Pode ser classificada em três tipos: primária, secundária e membranácea. Em relação à classificação da dismenorreia, analise as sentenças a seguir:
I- A dismenorreia primária geralmente ocorre algumas horas antes ou logo após o início da menstruação, podendo durar de 48 a 72 horas. Somente ocorre em ciclos ovulatórios, iniciandose, portanto, cerca de 1 a 2 anos após a menarca.
II- A dismenorreia secundária pode ser causada por várias patologias pélvicas. A causa mais comum dessa dismenorreia é a endometriose, seguida pela adenomiose.
III- A dismenorreia membranácea é de ocorrência rara e caracteriza-se por cólica intensa em razão da passagem de um “bloco” de endométrio através de um colo dilatado.
IV- Por ser determinada por doenças pélvicas, a dismenorreia secundária não depende da ocorrência de ciclos ovulatórios.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
I- A dismenorreia primária geralmente ocorre algumas horas antes ou logo após o início da menstruação, podendo durar de 48 a 72 horas. Somente ocorre em ciclos ovulatórios, iniciandose, portanto, cerca de 1 a 2 anos após a menarca.
II- A dismenorreia secundária pode ser causada por várias patologias pélvicas. A causa mais comum dessa dismenorreia é a endometriose, seguida pela adenomiose.
III- A dismenorreia membranácea é de ocorrência rara e caracteriza-se por cólica intensa em razão da passagem de um “bloco” de endométrio através de um colo dilatado.
IV- Por ser determinada por doenças pélvicas, a dismenorreia secundária não depende da ocorrência de ciclos ovulatórios.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
A consulta médica está classicamente dividida em anamnese e exame clínico, ferramentas preciosas para a elucidação do problema da paciente. No contexto da semiologia ginecológica, o exame pélvico deve ser realizado (Viana, 2012). Considerando o contexto da realização do exame pélvico ginecológico, analise as sentenças a seguir:
I- O exame pélvico é realizado com a paciente em decúbito dorsal e com os pés ou joelhos apoiados em perneiras (posição de litotomia).
II- Deve-se esperar semelhanças na avaliação dos esfregaços coletados do resíduo vaginal e secreção endocervical, em decorrência das características fisiológicas da vagina e endocérvice não sofrerem alterações fisiológicas no decorrer do ciclo vaginal.
III- O exame especular permite a visualização das paredes vaginais e o colo uterino, possibilitando a coleta de material para exames. Alguns dos modelos de especulo utilizados são os de Collins e o de Graves.
IV- O modelo de Collins facilita o exame de pacientes que apresentam um colo muito posterior.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
I- O exame pélvico é realizado com a paciente em decúbito dorsal e com os pés ou joelhos apoiados em perneiras (posição de litotomia).
II- Deve-se esperar semelhanças na avaliação dos esfregaços coletados do resíduo vaginal e secreção endocervical, em decorrência das características fisiológicas da vagina e endocérvice não sofrerem alterações fisiológicas no decorrer do ciclo vaginal.
III- O exame especular permite a visualização das paredes vaginais e o colo uterino, possibilitando a coleta de material para exames. Alguns dos modelos de especulo utilizados são os de Collins e o de Graves.
IV- O modelo de Collins facilita o exame de pacientes que apresentam um colo muito posterior.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
O câncer primário da vagina é raro e representa apenas 1% a 2% de todas as neoplasias malignas do trato genital. Das neoplasias malignas da vagina, 80% a 90% representam metástases de outros sítios ginecológicos (colo ou vulva) e não ginecológicos, envolvendo a vagina diretamente por extensão ou por disseminação linfovascular (Girão, 2019).
São fatores de risco para o câncer da vagina, EXCETO:
São fatores de risco para o câncer da vagina, EXCETO: