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Menina de 9 anos, previamente hígida, é admitida na unidade de internação com parestesia e fraqueza que se iniciaram simetricamente em membros inferiores, há uma semana, e estão ascendendo para o tronco. Aproximadamente dez dias antes do início dos sintomas neurológicos, apresentou um quadro de gastroenterite aguda. Submetida à avaliação liquórica que evidenciou proteína acima do dobro do limite superior da normalidade, glicose normal e menos de 10 leucócitos/mm3 . O PCR no liquor para vírus e bactérias foi negativo. Frente a hipótese diagnóstica de síndrome de Guillain-Barré, o tratamento a ser empregado, nesse momento, é: 
Lactente de 18 meses, sexo feminino, previamente hígida, é admitida na unidade de internação devido a episódio de crise convulsiva tônico-clônica, generalizada, associada à febre de 39ºC, com duração de aproximadamente cinco minutos. É admitida acordada. O exame neurológico é normal, não há sinais de irritação meníngea e o estado geral é bom. Apresenta apenas coriza e obstrução nasal. A glicemia capilar é de 90mg/dL. Segundo a mãe, a criança estava resfriada há 24 horas e evoluiu com febre, hoje. A vacinação está completa para a idade. Sobre a realização de exames complementares, nesse caso, é correto afirmar que:  
Menino de 2 anos e 6 meses apresenta início súbito de tosse metálica que o acordou na madrugada, associado a desconforto respiratório. Os pais negam coriza, espirros ou febre associados. Durante o trajeto de carro para o hospital, a tosse e o desconforto respiratório se resolvem. Os pais relatam que a criança já apresentou dois episódios prévios semelhantes e negam asma ou rinite. O diagnóstico mais provável para o caso é: 
Menino de 3 anos, previamente hígido, apresenta cefaleia holocraniana e febre há cerca de quatro semanas, evoluindo com irritabilidade, vômitos e rigidez de nuca. Na admissão, apresenta crise convulsiva tônico-clônica generalizada. O pai, que mora na mesma casa em que a criança, está em tratamento para tuberculose pulmonar há dois meses. Não houve rastreio dos contatos na época do diagnóstico paterno. O paciente é submetido à punção lombar e o resultado confirma o diagnóstico de meningoencefalite tuberculosa (resultado do teste rápido molecular para tuberculose positivo e sem resistência à rifampicina). De acordo com o “Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil”, de 2019, o tratamento recomendado para o caso descrito é:
A doença granulomatosa crônica (DGC) é um erro inato da imunidade que cursa com disfunção neutrofílica, predispondo infecções recorrentes por Burkholderia cepacia, Nocardia spp e Aspergillus. Sobre o tratamento da DGC, é correto afirmar que: