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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aponta 10 competências para a formação do estudante da educação básica. Tais competências são articuladas com o mundo contemporâneo onde as tecnologias têm papel essencial na busca por conhecimento e no tratamento do mesmo. Vivemos uma revolução tecnológica, presente não apenas na educação, mas em todos os campos da sociedade. A BNCC define a tecnologia digital como uma das 10 competências gerais (Competência 5 - Cultura Digital), que discute e orienta pedagogicamente para que docentes e discentes utilizem e criem com ferramentas digitais de forma crítica, ética e reflexiva. Acerca de tal competência, podemos afirmar que:
I. A competência 5 da BNCC está atrelada para objetivos curriculares que trabalhem a formação do educando na perspectiva da cidadania digital;
II. O pensamento computacional e sua utilização pedagógica e formativa deve focar não apenas para a utilização técnica, mas como forma de produzir conhecimentos de forma ética e crítica;
III. Os objetivos curriculares da competência 5 estão atrelados, principalmente às TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) de maneira crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais.
I. A competência 5 da BNCC está atrelada para objetivos curriculares que trabalhem a formação do educando na perspectiva da cidadania digital;
II. O pensamento computacional e sua utilização pedagógica e formativa deve focar não apenas para a utilização técnica, mas como forma de produzir conhecimentos de forma ética e crítica;
III. Os objetivos curriculares da competência 5 estão atrelados, principalmente às TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) de maneira crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais.
As metodologias ativas trazem o questionamento para a educação contemporânea acerca do papel do ensino ativo e não passivo frente ao conhecimento e refletindo a função docente e discente no processo pedagógico. Segundo a Revista Nova Escola, “... já faz muito tempo que educadores do Brasil e do mundo fazem esse tipo de questionamento. “O próprio Paulo Freire já discutia essa questão, por exemplo, quando colocou o paradigma da educação bancária, fazendo a reflexão de que, na sala de aula com carteiras enfileiradas, os alunos ficavam ali, sentados, recebendo passivamente a Educação”, aponta Adolfo Tanzi Neto, doutor em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem, e especialista em metodologias ativas para o contexto escolar. A partir de reflexões críticas como essa, estudiosos e professores passaram a desenvolver pesquisas e a buscar práticas que permitissem trazer inovação para a sala de aula e, principalmente, colocar o aluno como protagonista do processo de construção do conhecimento. Como explica Débora Garofalo, professora e coordenadora de tecnologia e inovação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP), “a pandemia apenas tornou mais latente a necessidade do estudante ser visto em sua individualidade, numa busca por um ensino cada vez mais personalizado e ativo” (Revista Nova Escola,08/09/21). São exemplos de metologias ativas contemporâneas do ensino:
Um importante processo no currículo e no planejamento de ensino é a avaliação. Luckesi (2005) reflete sobre o papel da avaliação no sentido de diagnosticar a situação da aprendizagem, tendo em vista subsidiar a tomada de decisão para a melhoria da qualidade do desempenho do educando e da prática educativa. A avaliação não é uma simples verificação de resultados, deve oferecer uma análise de todo o processo educativo. Todos os agentes do processo educativo (professores e estudantes) devem acessar informações a partir do diagnóstico avaliativo que promovam questionamento contínuo, reflexão crítica e a adoção de medidas de reorientação e aprimoramento do processo pedagógico. Assim, a avaliação é concebida como uma etapa essencial do processo formativo, e não como um objetivo final em si mesma. Avaliar, segundo o autor, é um ato de amor, pois acolhe as dificuldades de aprendizagens dos alunos e replaneja novas “rotas” metodológicas. Segundo a perspectiva do autor Cipriano Luckesi sobre o ato de avaliar, é falsa a sentença:
Desde os primeiros anos de escolarização, a educação exerce papel decisivo na formação ética e social das crianças, incidindo sobre a construção de valores, atitudes e modos de compreender as diferenças. Políticas públicas como a Lei de Cotas Brasileiras (Lei nº 142.711/2012 e atualizada pela Lei nº 14.723/2023), que reserva 50% das vagas em universidades e institutos federais para estudantes de escolas públicas, com subcotas para pretos, pardos e quilombolas, é um exemplo no combate ao racismo no país. O currículo também é parte dessa construção de uma educação mais plural socialmente e justa. O currículo é parte da construção de uma educação mais inclusiva e livre de preconceitos, com emancipação humana e democrática. O racismo estrutural atua também pelo viés curricular, seja o currículo oficial ou o currículo oculto. A lei que está atrelada ao combate ao racismo estrutural que atua na perspectiva curricular e que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana nas escolas públicas e privadas no Brasil é:
O currículo é a organização, sistematização de determinados saberes visando uma dada formação, a partir de sua multidimensionalidade histórica, política, social, cultural, econômica, epistemológica e estética. Em uma dimensão histórica dos estudos curriculares, podemos dividir as teorias do currículo em três grandes blocos: 1) Teorias Tradicionais; 2) Teorias Críticas; 3) Teorias Pós-Críticas.
Das sentenças a seguir acerca das teorias do currículo, a sentença falsa é:
Das sentenças a seguir acerca das teorias do currículo, a sentença falsa é: