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A perspectiva da reforma psiquiátrica trouxe um novo entendimento acerca da loucura e do cuidado a sujeitos em sofrimento psíquico. Em termos de política pública, a oferta de atendimento em Saúde Mental passou a ser realizada pelos diferentes componentes que constituem a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Nesse contexto, a crise em saúde mental, entendida não somente como a agudização dos sintomas, mas como momento singular na vida do sujeito com repercussões em suas diferentes dimensões, passou a ser objeto de ação de diferentes componentes da rede, entre eles a Atenção Hospitalar. De acordo com Ballarin e Carvalho (2023), a respeito desse componente, é correto afirmar:
A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) compõe o cenário que ancora a Saúde Funcional enquanto especialidade da Terapia Ocupacional. De acordo com Teixeira (2023), é correto afirmar que a CIF 
A Política Nacional de Atenção Hospitalar prevê que a “assistência hospitalar no SUS será organizada a partir das necessidades da população, com a finalidade de garantir o atendimento aos usuários, baseado em equipe multiprofissional” (Brasil, 2013). Além disso, define que a “equipe de saúde será integralmente responsável pelo usuário a partir do momento de sua chegada, devendo proporcionar um atendimento acolhedor e que respeite as especificidades socioculturais”. De acordo com De Carlo, Bartalotti e Palm (2004), a respeito do trabalho em equipe no contexto hospitalar, é correto afirmar:
O registro dos processos assistenciais, por meio das evoluções em prontuário, produções de relatórios, entre outros, embora possa ser considerado, por parte dos profissionais, como uma mera exigência burocrática, é procedimento obrigatório e importante no processo terapêutico-ocupacional. De acordo com Matthews e Jabri (2005), dentre suas finalidades, estão: 
Embora o acompanhamento terapêutico-ocupacional junto a pessoas idosas no contexto hospitalar tenha muitos aspectos semelhantes aos do público em geral, algumas características relacionadas ao envelhecimento podem estar presentes na pessoa atendida e precisam ser consideradas por terapeutas ocupacionais. Segundo Motta e Ferrari (2004), dentre as particularidades de população idosa, é correto destacar: