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A assistência em Terapia Ocupacional no contexto hospitalar é voltada para a promoção da saúde e da qualidade de vida ocupacional durante o período de internação. De acordo com De Carlo, Bartalotti e Palm (2004), sobre o processo terapêutico-ocupacional nesse contexto, é correto afirmar:
No contexto hospitalar, o “terapeuta ocupacional pode lançar mão do uso da TA [Tecnologia Assistiva], na busca por ampliar as capacidades e com intuito de resgatar a independência e a autonomia nas atividades de vida diária, prejudicadas por conta da hospitalização e do quadro clínico” (Jacob, Maia e Mitre, 2018, p. 471). No entanto, antes da prescrição, é necessária uma cuidadosa avaliação para identificar os problemas do paciente, suas necessidades e prioridades, diminuindo as possibilidades de rejeição ou abandono da TA.
Conforme Cruz e Menezes (2012), são exemplos de fatores que podem contribuir para a rejeição ou abandono do uso de TA pelo paciente:
A evolução neurológica de pacientes que sofreram traumatismo cranioencefálicos (TCE) possui características peculiares, implicando processos de reabilitação específicos, distintos dos tratamentos direcionados a pessoas com sequelas neurológicas decorrentes de outras formas de lesão do sistema nervoso central. Fischer e Karisaka (2003) organizam a atuação da terapia ocupacional em três fases que possuem objetivos específicos. Sobre as fases da reabilitação do paciente que sofreu TCE e os objetivos específicos da terapia ocupacional, é correto afirmar:
“O terapeuta ocupacional deve construir e valorizar relações estabelecidas entre as práticas terapêuticas e os diferentes fundamentos teórico-metodológicos do corpo de conhecimento da Terapia Ocupacional”.

De Carlo MMRP, Bartalotti CC, Palm RCM. A Terapia Ocupacional em reabilitação física e contextos hospitalares: Fundamentos para a prática. In: De Carlo MMRP, Luzo MCM (Org.) Terapia Ocupacional: reabilitação física e contextos hospitalares. São Paulo: Roca, 2004. p. 3-28.
De acordo com De Carlo, Bartalotti e Palm (2004), é correto afirmar:


Os momentos que precedem a alta para pessoas internadas em decorrência de acidente vascular encefálico e respectivos familiares são de expectativas, mas também de apreensão, pois, em sua maioria, ao menos parte dos cuidados pós-alta será de responsabilidade de membros da família. A partir da compreensão de que, quanto mais preparado o futuro cuidador sair do hospital, melhor será a recuperação funcional do paciente, terapeutas ocupacionais que queiram desenvolver um programa de capacitação, a partir das principais demandas de cuidadores descritas por Lousada, Vieira e Barbosa (2018), poderão abordar orientações quanto a/ao