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Mulher, 69 anos, é trazida ao pronto atendimento por familiares que relatam início súbito de afasia e hemiparesia direita há aproximadamente 110 min. NIHSS 12. Pressão arterial de 188 x 102 mmHg, frequência cardíaca de 88 bpm. Exames laboratoriais com creatinina de 0,9 mg/dL e INR 1,1. Realizou tomografia computadorizada de crânio sem evidência de sangramento e angiotomografia com oclusão M1 esquerda. Familiar refere uso de Apixabana 5 mg 12/12h, sendo a última dose há 6 horas. Qual a melhor conduta preconizada?
Mulher, 36 anos, com queixa de palpitações intensas e súbitas e tontura. Admitida na emergência com frequência cardíaca de 190 bpm, pressão arterial 78 x 46 mmHg, taquipneica leve e pele fria. Ao monitor cardíaco, taquicardia regular com QRS largo. Histórico de pré excitação na adolescência. Qual a conduta imediata preconizada?
Homem, 63 anos, hipertenso e diabético, com queixa de dor torácica intensa irradiando para mandíbula há 1 hora e 20 minutos. Sinais vitais: pressão arterial 84 x 58 mmHg, frequência cardíaca de 116 bpm, frequência respiratória 24 ipm, saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente. Realizado eletrocardiograma que evidenciou supra desnivelamento de segmento ST nas derivações DII, DIII e aVF e infra desnivelamento de segmento ST em V2 e V3. Ecocardiograma a beira-leito demonstrando hipocinesia inferior extensa, fração de ejeção estimada em 35%, pressão de enchimento elevada. Gasometria venosa com pH 7,31; PaCO2 42 mmHg; PaO2 71 mmHg; HCO3 - 21 mEq/L; lactato 3,2 mmol/L. Histórico de uso recente de Sildenafil (há 6h). Qual conduta imediata é mais adequada?
Idoso, 78 anos, acompanha com cardiologista devido fibrilação atrial permanente em uso de Rivaroxabana 20 mg/dia. Admitido em emergência com quadro de hematêmese volumosa, pressão arterial na admissão de 84 x 48 mmhg, pele fria. Hemoglobina de 7,4g/dl, plaquetas 165.000, INR 12, tempo de tromboplastina parcial ativada 33 segundos; fibrinogênio 290mg/dL. Solicitado endoscopia digestiva alta imediata. Qual a conduta hemostática correta antes do procedimento? 
Homem, 70 anos, tabagista 30 maços/ano, DPOC GOLD D. Apresenta-se à emergência com quadro de dispneia intensa, uso de musculatura acessória e cianose. Sinais vitais: frequência respiratória em 34 ipm, frequência cardíaca de 118 bpm, pressão arterial 138 x 86 mmHg e saturação de oxigênio de 77% em ar ambiente. Realizada gasometria venosa com paciente com oferta de oxigênio via cateter nasal a 2 L/min: pH 7,27; PaCO2 68; PaO2 59; HCO3 - 30. Dosagem de eletrólitos: K? 4,2; Mg2+ 1,5; Na 135. Radiografia de tórax com hiperinsuflação pulmonar, sem áreas de opacidades, consolidações ou atelectasias, seios costofrênicos livres e área cardíaca normal. Qual a conduta inicial mais adequada?