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Mulher de 28 anos, obesa (IMC 34 kg/m2), chega ao pronto-socorro com cefaleia progressiva há 3 semanas, de caráter pulsátil e holocraniana, pior ao despertar e com manobras de Valsalva. Relata episódios de obscurecimentos visuais transitórios (< 30 segundos) principalmente ao levantar-se rapidamente, além de zumbido pulsátil bilateral. Nega febre, déficits focais ou alterações visuais persistentes. Exame neurológico: papiledema bilateral à fundoscopia, sem outros achados focais. Ressonância magnética de crânio: ventrículos de dimensões normais, sela túrcica parcialmente vazia, discreto achatamento posterior dos globos oculares, sem lesões expansivas. Angiorressonância venosa: sem sinais de trombose venosa cerebral.
Qual é a hipótese diagnóstica mais provável e qual exame é essencial para confirmar o diagnóstico e orientar o tratamento?
Homem de 65 anos, etilista crônico (60??g/dia por 30 anos), com diabetes mellitus tipo 2 mal controlada há 15 anos, procura atendimento referindo dormência e queimação crônica em pés e mãos há 2 anos, com piora progressiva nos últimos 6 meses. Relata também episódios de tontura postural, disfunção erétil, perda ponderal não intencional de 8 kg no último ano e parestesias assimétricas (pé esquerdo pior que direito). Nega xerostomia ou xeroftalmia. Pai faleceu aos 70 anos com “problemas nos nervos das pernas”. Exame físico: sensibilidade dolorosa e tátil reduzidas em “bota e luva” (assimetria discreta, pé E > D), hipopalestesia até tornozelos, arreflexia aquiliana bilateral, arreflexia patelar à esquerda, teste monofilamento alterado bilateralmente, hipotensão ortostática (PA supina: 130/80 mmHg, em pé: 95/60 mmHg sem compensação após 3 minutos). Força muscular preservada. Fenômeno de Raynaud ausente. Sem linfonodomegalia. Exames complementares: eletroneuromiografia (ENM): redução assimétrica de amplitudes sensitivas e motoras distais (E > D), velocidades de condução moderadamente reduzidas (30–35 m/s em membros inferiores), latências distais aumentadas, padrão misto axonal- -desmielinizante. Ondas F ausentes. Sem bloqueios de condução. Hemograma: normal. Glicemia: 180 mg/dL; HbA1c: 9,8%. Função renal, eletrólitos, função hepática: normais. Vitamina B12: 220 pg/mL (normal: 200–900). VHS: 22 mm/h; PCR: 0,8 mg/dL. Sorologias HIV, HTLV, hepatites B/C, sífilis: não reagentes. ANA: 1:80 padrão nuclear fino; FAN específicos negativos.
Considerando o quadro de polineuropatia periférica sensitivo-motora com predomínio de fibras finas (dor neuropática e disautonomia), padrão misto axonal-desmielinizante na ENMG, e a necessidade de avaliar extensão e prognóstico da doença, qual conduta complementar é mais apropriada nesse momento?
Mulher de 58 anos, hipertensa e tabagista, apresenta cefaleia em trovoada iniciada durante atividade física na academia, com náuseas, vômitos e discreta rigidez de nuca. Fundoscopia: margens papilares levemente borradas bilateralmente. Ao exame: consciente, orientada, PA: 160/95 mmHg, Glasgow 15, sem sinais focais ao exame neurológico. Tomografia computadorizada de crânio sem contraste, realizada 8 horas após o início dos sintomas, não evidencia alterações agudas.
Considerando a hipótese diagnóstica mais provável e as evidências atuais sobre a sensibilidade dos métodos diagnósticos nesse contexto, qual é a conduta mais apropriada?
De acordo com as recomendações da AMIB e os critérios de Berlim para SDRA, é indicada a ventilação mecânica protetora isolada (sem necessidade imediata de manobras de recrutamento ou estratégias avançadas) como tratamento inicial da síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) quando houver SDRA
Paciente do sexo masculino, de 58 anos, portador de diabetes mellitus do tipo 2, dislipidemia e doença arterial coronariana, é admitido no pronto-socorro com cefaleia intensa, turvação visual e dispneia súbita há dois horas. Ao exame físico: PA: 220 × 130 mmHg, FC: 96 bpm, SpO2: 94% em ar ambiente, crepitações bibasais e B3 audível. A gasometria arterial demostra hipoxemia leve, e a radiografia de tórax é mostrada a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
Com base no quadro clínico, é correto afirmar que o diagnóstico e a conduta inicial são, correta e respectivamente: