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Adolescente de 12 anos vem à consulta por apresentar febre e eritema bilateral nas bochechas com palidez peribucal, seguidos, três dias depois, pelo surgimento de manchas eritematosas em padrão rendilhado (reticulado) no tronco e membros. Refere pouco prurido e observa-se que as lesões reaparecem ou se intensificam com calor e atividade física. Há cerca de 20 dias teve um resfriado leve tratado com paracetamol. O pai associa o quadro ao consumo frequente de morangos. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
Menina de 7 anos, não vacinada contra o sarampo, frequenta uma escola onde foi confirmado um caso de sarampo que evoluiu com pneumonia e necessidade de internação. Os pais relatam que evitaram vaciná-la por medo de efeitos adversos. A criança não teve contato direto com o caso confirmado, pois estuda em turno diferente, mas, a família busca orientação sobre o que deve ser feito agora. Qual deve ser a conduta mais adequada neste caso?
Menino de 2 anos é trazido à consulta com febre há 3 dias, irritabilidade e hábito de puxar o pavilhão auricular. A mãe relata que este é o terceiro episódio semelhante desde o início da frequência à creche, aos 4 meses de idade. O primeiro episódio ocorreu aos 6 meses, após quadro de resfriado. Na otoscopia, observa-se membrana timpânica hiperemiada, opaca e abaulada. Diante do quadro descrito, o diagnóstico mais provável é:
Criança de 4 anos é trazida ao pronto-socorro com história de febre, tosse e coriza há quatro dias. Inicialmente, o quadro parecia uma infecção viral de vias aéreas superiores, mas não houve melhora. Nos últimos dois dias, a febre passou a ser alta (até 40 °C) e a criança apresenta dor torácica à direita, inapetência e prostração. Ao exame físico: taquipneia, roncos e estertores inspiratórios em hemitórax direito. Qual o diagnóstico mais provável e o agente etiológico mais comum nessa faixa etária?
Mãe de criança de 3 anos, que frequenta creche há um ano, refere que há cerca de uma semana a criança apresenta febre, coriza clara e tosse leve. Nos últimos quatro dias a tosse tornou-se mais intensa, com timbre metálico semelhante a “latido de cachorro”, e a criança apresenta disfonia e perda de apetite. O raio-X de pescoço mostra o “sinal da torre”. Qual é o diagnóstico mais provável?