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Uma gestante de 30 semanas procura o pronto atendimento com história de febre (38,8 °C), tosse, odinofagia, mialgia intensa e cefaleia há 36 horas. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 20 irpm, saturação de oxigênio de 97% em ar ambiente e ausculta pulmonar sem alterações. Encontra-se em período de sazonalidade da influenza, com circulação viral na comunidade, fortalecendo a suspeita clínica de influenza.
A conduta mais adequada é
Uma gestante de 20 semanas realizou o rastreamento pré-natal para infecções de transmissão vertical. Recebeu um resultado reagente para HTLV-1/2 através de um teste sorológico por quimioluminescência (CLIA). A paciente não possui fatores de risco conhecidos, permanece assintomática e pergunta se precisará realizar cesariana eletiva e se poderá amamentar seu filho.
A próxima conduta mais apropriada é
Uma adolescente de 13 anos procura um serviço de referência acompanhada de sua mãe, relatando ter sido vítima de violência sexual há cerca de oito semanas. A ultrassonografia confirma gestação única de 8 semanas. Após acolhimento multiprofissional, a adolescente manifesta o desejo de interromper a gestação, sendo sua mãe favorável ao procedimento. O médico responsável segue o protocolo institucional.
Nesse cenário, a conduta mais adequada é
Mulher de 42 anos relata dismenorreia progressiva e menorragia há dois anos. A ultrassonografia transvaginal mostra útero globoso, mas o resultado é considerado inconclusivo pelo examinador. É solicitada ressonância magnética da pelve, que evidencia espessura da zona juncional de 14 mm, com focos de alta intensidade de sinal na zona juncional em sequência ponderada em T2.
O achado descrito na ressonância magnética é considerado 
Mulher de 52 anos, há dois anos em amenorreia, refere fogachos moderados a intensos e procura atendimento ginecológico para tratamento. Nega hipertensão arterial, diabetes, tabagismo e antecedente pessoal de trombose. Exame físico e mamografia recentes são normais. Deseja iniciar terapia hormonal para controle dos sintomas.
Considerando o perfil de risco dessa paciente, a via de administração de estrogênio mais adequada para o início da terapia hormonal, dentre as opções a seguir, seria a via