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Você examina uma paciente de 58 anos, portadora de colelitíase, que procurou o serviço de emergência com dor intensa no epigástrio irradiada para o dorso, iniciada há 24 horas, acompanhada de náuseas e vômitos.
Ao exame físico, ela apresenta taquicardia, hipotensão, taquipneia e febre. Os exames laboratoriais demonstram elevação de amilase e lipase, leucocitose e creatinina elevada. A tomografia contrastada evidencia extensa necrose pancreática e coleções peripancreáticas, sem a presença de gás. Após as medidas iniciais de estabilização, permanece em unidade de terapia intensiva.
Considerando o quadro clínico, a conduta mais adequada para o caso será 
Seu paciente é um jovem longilíneo de 21 anos, previamente hígido, universitário, estudante de música com saxofone. Vem ao pronto-socorro por dor torácica súbita em hemitórax direito, seguida de dispneia progressiva há aproximadamente uma hora. Durante a avaliação, evolui com intensa dificuldade respiratória, ansiedade, sudorese fria e incapacidade de completar frases.
Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 36 irpm, frequência cardíaca de 132 bpm, pressão arterial de 82/54 mmHg e saturação periférica de oxigênio de 84% em ar ambiente. Observa-se importante redução da expansibilidade do hemitórax direito, ausência de murmúrio vesicular ipsilateral, hipertimpanismo à percussão e distensão das veias jugulares. Não há história de trauma recente.
Considerando a hipótese diagnóstica mais provável, a conduta inicial mais adequada é 
Você é chamado(a) à sala de pediatria para examinar uma criança de 11 meses, previamente hígida, que foi levada ao prontosocorro por episódios recorrentes de choro intenso, com flexão dos membros inferiores sobre o abdome, intercalados por períodos de aparente melhora.
Nas últimas oito horas, ela apresentou três episódios de vômitos, recusa alimentar e eliminação de fezes com pequena quantidade de sangue e muco.
Ao exame físico, encontra-se irritada, afebril, com abdome discretamente distendido e dor à palpação do quadrante superior direito, onde se percebe uma massa alongada e móvel. Não há sinais de perfuração intestinal nem instabilidade hemodinâmica.
O diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada serão:
Você recebe um homem de 74 anos que procurou o serviço de emergência com dor abdominal intensa há 36 horas, febre, distensão abdominal progressiva e parada da eliminação de fezes e flatos.
Ao exame físico, apresenta hipotensão arterial, taquicardia, abdome difusamente doloroso com sinais de irritação peritoneal e perfusão periférica reduzida. Uma tomografia computadorizada mostra espessamento importante do sigmoide, pneumoperitônio, líquido livre na cavidade e múltiplas coleções pericólicas, compatíveis com perfuração colônica. Após ressuscitação volêmica e antibioticoterapia, o paciente é encaminhado ao centro cirúrgico.
Considerando o quadro clínico, assinale a opção correta a respeito da indicação e dos principais tempos da operação mais apropriada.
Seu paciente é um homem de 69 anos que foi submetido à esofagectomia transtorácica por adenocarcinoma da junção esofagogástrica. A reconstrução transcorreu sem intercorrências. No pós-operatório imediato, a equipe cirúrgica prevê a impossibilidade de alimentação por via oral por cerca de duas semanas, porém o trato gastrointestinal distal apresenta-se íntegro e funcionante. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável e sem contraindicações ao uso da via enteral.
Considerando o quadro clínico, a conduta mais adequada em relação ao suporte nutricional e à técnica cirúrgica correspondente será optar por