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Primigesta,33 semanas, gestação gemelar dicoriônica e diamniótica, interna em trabalho de parto após ruptura prematura de membranas há duas horas. Realizada ultrassonografia que evidencia boa vitalidade fetal, com o primeiro gemelar em apresentação pélvica, pesando 1.810 g e o segundo gemelar em apresentação cefálica, pesando 1.750 g. Ao exame: pressão arterial de 120/80 mmHg,3 contrações moderadas em 10 minutos, batimentos cardiofetais do primeiro e segundo gemelar, respectivamente, de 150 bpm e 145 bpm, exame especular com saída de líquido claro sem grumos, toque vaginal com colo médio, centralizado e 4 cm de dilatação. Qual é a conduta adequada?
Em relação à avaliação do bem-estar fetal, analise as assertivas abaixo:
I. A cardiotocografia anteparto tem alta taxa de falso-positivo.
II. Os parâmetros do Perfil Biofísico Fetal (PBF) devem ser interpretados no contexto dos fatores maternos e fetais associados. Nesse sentido, hipoglicemia materna ou o uso de corticoide antenatal levam à diminuição dos movimentos fetais, podendo afetar o PBF.
III. O doppler da artéria cerebral média pode ser preditor de desfechos adversos nos fetos com restrição de crescimento tardio, mesmo com o doppler de artéria umbilical normal.
Quais estão corretas?
Primigesta com 36 semanas de gestação e pré-eclâmpsia será submetida à cesariana. Nesse contexto, para orientar o procedimento anestésico, deve-se solicitar:
A genotipagem para HPV oncogênico usada para rastreamento do câncer de colo uterino deverá ser solicitada a partir dos ________ anos de idade em mulheres que já iniciaram a vida sexual. Quando o DNA-HPV de alto risco oncogênico não for detectado, o teste deverá ser repetido em _______ anos.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Mulher de 55 anos de idade, menopausa aos 50 anos, refere sangramento vaginal intermitente nos últimos 3 meses. Faz uso de tamoxifeno para tratamento de câncer de mama há 2 anos. Apresenta outras comorbidades, como obesidade, hipertensão arterial sistêmica e diabetes tipo 2. Ao exame, pressão arterial: 130/90 mmHg, IMC: 30 Kg/m², exame especular: mucosa atrófica, com colo e vagina sem lesões visíveis, com pequena quantidade de sangue coletado em fundo vaginal, sem sangramento ativo. Realizada ultrassonografia transvaginal (US-TV) que evidencia útero AVF, com volume de 120cm³, miométrio homogêneo, endométrio heterogêneo com espessura de 4 mm, ovários atróficos. Qual é a conduta adequada nessa situação?