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Paciente masculino,74 anos, levado ao PS por queixa de palpitações, cansaço progressivo aos mínimos esforços, com piora há 5 dias, dispneia paroxística noturna e edema de membros inferiores associada a diminuição de diurese e fraqueza. História prévia de hipertensão arterial em uso irregular de captopril e hidroclorotiazida, ex-etilista e ex-tabagista. Estava em regular estado geral, PA 100x50mmHg, FC 120bpm, FR 28irpm. Ausculta pulmonar com estertores crepitantes bilateralmente em bases e até 1/3 médio. Ausculta cardíaca com ritmo regular com extrabatimentos ocasionais, bulhas hipofonéticas e presença de B3, além de sopro sistólico 2+/4 em foco mitral. Apresentava edema de membros inferiores simétrico e turgência jugular bilateralmente, além de hepatomegalia dolorosa de 3cm a partir do rebordo costal. Seu RX de tórax demonstrava cardiomegalia, sinais de congestão peri-hilar e derrame pleural pequeno em hemitórax direito. O tratamento medicamentoso da insuficiência cardíaca pode ser dividido em dois grupos de fármacos:
Você é acionado para transportar uma paciente da UBS para o serviço de referência de cardiologia de sua cidade. Trata-se de uma mulher de 38 anos com queixa de palpitação e tontura com início há 1 hora. Portadora de artrite reumatoide em uso de prednisona 10mg/dia e leflunomida 20mg/dia. Apresentava-se à chegada sonolenta com Escala de Coma de Glasgow de 13 (AO 3, MRV 4, MRM 6), PA 80x40mmHg, saturação de 95% em ar ambiente. Já na ambulância, o monitor de transporte demonstrava o seguinte tração eletrocardiográfico:

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Qual conduta deverá ser realizada?
Paciente masculino,61 anos, procurou o serviço de emergência referindo piora da dispneia basal nos últimos 3 dias e agora com dispneia ao repouso. Nos últimos dias, vinha utilizando o spray broncodilatador 8 a 10 vezes ao dia com alívio discreto dos sintomas. Nas últimas 2 horas, a falta de ar tornou-se insustentável, o que o fez procurar atendimento. Relatava ainda tosse produtiva com expectoração amarelo-esverdeada e sibilância no mesmo período. Paciente etilista social e tabagista há 46 anos sem outras comorbidades, fazia uso regular de formoterol 12mcg inalado de 12/12h, teofilina 300mg 12/12h e salbutamol spray quando necessário.
Estava em regular estado geral, corado, hidratado e afebril. Dispneia ao repouso com agitação. PA 100x70mmHg, FR 32irpm com tiragem intercostal e saturação de 72% em ar ambiente.
Sua ausculta pulmonar revelava murmúrios vesiculares diminuídos globalmente com roncos esparsos. Demais exame físico não tinha alteração.
Solicitado uma gasometria arterial em ar ambiente, Rx de tórax, hemograma, função renal e eletrólitos. Iniciado oxigenioterapia com cateter nasal a 2L/min, prescrito salbutamol 8 gotas + ipratrópio 35 gts via inalatória, além de 60mg de metilprednisolona endovenosa.
Após 1 hora da conduta inicial, o paciente persistia queixando-se de dispneia e agora apresentava-se sonolento, mas ainda responsivo e foi solicitado nova gasometria arterial.
1º Gasometria arterial (em ar ambiente): pH 7,22, PaO2 45mmHg, PaCO2 69mmHg, HCO3 29mEq/L, BE + 4,5, SatO2 73%.
2º Gasometria arterial (com CNO2 2L/min): pH 7,1, PaO2 91mmHg, PaCO2 87mmHg, HCO3 30mEq/L, BE + 5,7, SatO2 96%.

Qual seria uma justificativa para a piora clínica e das trocas gasosas exibida pelo paciente no momento da coleta da segunda gasometria arterial?
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Paciente do sexo feminino,27 anos, com antecedente de diabetes tipo 1, chega ao PS com quadro de poliúria, polifagia e fraqueza. Apresentava-se ao exame físico com hálito cetônico, desidratada e com respiração de Kussmaul. Sua PA era de 90x40mmHg, FR 30 irpm, FC 115 bpm, encontrava-se alerta e responsiva a comandos verbais. Seus exames de admissão eram os seguintes:
- Gllicemia 456mg/dL, Na 143 mEq/L, K 3,1 mEq/L, pH 6,9 PaO2 96mmHg PaCO2 20mmHg Bicarbonato 5mEq/L BE -8 Sat 95%. Parcial de urina com cetonúria ++++/4 sem outros achados patológicos. Sobre esse caso e o tratamento a ser instituído, é CORRETO afirmar:
Paciente masculino,15 anos,60Kg, diagnóstico de asma intermitente leve, sem uso de medicações contínuas, é levado à UBS pelos pais após queixar-se de falta de ar de início súbito, enquanto jantavam em um restaurante japonês, associado a prurido generalizado pelo corpo. Sua mãe relata que é alérgico a benzetacil somente. Apresentava-se com FC 120bpm, FR 26 irpm, Saturação de 88% em ar ambiente, angioedema em lábios e rash cutâneo em tronco. Sua ausculta pulmonar apresentava sibilos difusos por todo o tórax bilateralmente. Sobre esse caso, é CORRETO afirmar: