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Um paciente de 70 anos, com hipertensão arterial e doença renal crônica (TFGe 35 mL/min/1.73m²), está em uso de losartana, anlodipino e furosemida. Ele apresenta potássio sérico de 5.2 mEq/L. A pressão arterial ainda está elevada (148/88 mmHg). Considerando a hipertensão resistente e a hipercalemia, qual a melhor estratégia para otimizar o controle pressórico e reduzir o risco cardiovascular, de acordo com as diretrizes? 
Um paciente de 50 anos, com insuficiência cardíaca com fração de ejeção de 35%, classe funcional NYHA II, está em uso de terapia otimizada com sacubitril/valsartana, carvedilol e espironolactona. Ele apresenta ritmo sinusal e QRS de 110 ms. De acordo com as diretrizes atuais, qual a próxima classe de medicação que deve ser considerada para adicionar ao tratamento, visando reduzir mortalidade e hospitalizações, especialmente em pacientes com diabetes ou doença renal crônica? 
Um paciente de 68 anos, com histórico de diabetes melito tipo 2 e dislipidemia, apresenta-se com dor torácica atípica. O ECG de repouso é normal. O teste ergométrico é inconclusivo. A angiotomografia de coronárias revela estenose de 70% na artéria descendente anterior (DA) e 50% na artéria coronária direita (CD). Considerando a apresentação atípica e a necessidade de avaliar a significância funcional das lesões, qual o próximo passo diagnóstico mais adequado para guiar a conduta terapêutica? 
Durante o exame físico de um paciente com suspeita de insuficiência aórtica crônica grave, o médico busca por sinais periféricos característicos. Ele observa pulso de Corrigan (pulso em martelo d’água), sinal de Musset (balanço da cabeça sincrônico com o pulso) e sinal de Quincke (pulsação capilar nas unhas). A presença desses sinais periféricos, juntamente com um sopro diastólico em decrescendo em foco aórtico, indica qual grau de gravidade da insuficiência aórtica, e qual a implicação para a conduta?  
Um paciente de 60 anos, com cardiomiopatia dilatada idiopática (FEVE 25%), classe funcional NYHA III, está em terapia otimizada para insuficiência cardíaca. Ele apresenta ritmo sinusal, QRS estreito (<120 ms) e frequências cardíacas elevadas (FC > 75 bpm) apesar do betabloqueador em dose máxima tolerada. Considerando a persistência da taquicardia sinusal e a disfunção ventricular, qual a medicação que pode ser adicionada para melhorar o prognóstico e reduzir hospitalizações, de acordo com as diretrizes atuais?