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Um paciente de 60 anos, com histórico de doença arterial coronariana (DAC) multiarterial e disfunção ventricular esquerda (FEVE 40%) apresenta angina estável classe II. Ele está em uso de AAS, estatina, betabloqueador e inibidor da enzima conversora de angiotensina (IECA). O teste ergométrico é positivo para isquemia em baixas cargas. Considerando a DAC multiarterial e a disfunção ventricular, qual a estratégia de revascularização miocárdica que demonstrou maior benefício em termos de sobrevida e redução de eventos cardiovasculares maiores, de acordo com estudos como o SYNTAX e o FREEDOM?
Uma criança de 8 anos é diagnosticada com febre reumática aguda (FRA) após um episódio de faringoamigdalite estreptocócica não tratada. Ela apresenta poliartrite migratória, cardite (sopros de insuficiência mitral e aórtica leves) e coreia de Sydenham. Qual a principal estratégia para prevenir recorrências da febre reumática e a progressão da doença valvar cardíaca nesse paciente?
Um paciente de 70 anos, com prótese valvar aórtica mecânica implantada há 5 anos, apresenta febre, calafrios e sopro diastólico novo em foco aórtico. Hemoculturas são coletadas e revelam crescimento de Staphylococcus aureus. O ecocardiograma transesofágico (ETE) mostra vegetação na prótese aórtica. Diante do diagnóstico de endocardite infecciosa em prótese valvar, qual a conduta terapêutica inicial mais adequada, considerando a gravidade e o agente etiológico? 
Durante o exame físico de um paciente com insuficiência cardíaca, o médico ausculta um sopro holossistólico em foco mitral, que irradia para a axila, e uma terceira bulha (B3). A palpação do ictus cordis revela um impulso difuso e desviado para a esquerda. Esses achados são consistentes com qual condição e qual a sua implicação prognóstica?  
Um homem de 35 anos, assintomático, é diagnosticado com cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva (CMHO) após ecocardiograma que revela hipertrofia septal assimétrica (espessura de 22 mm) e gradiente de via de saída do ventrículo esquerdo (VSVE) de 60 mmHg em repouso. Ele tem histórico familiar de morte súbita cardíaca em parente de primeiro grau. Considerando o risco de morte súbita e a presença de obstrução significativa, qual a conduta terapêutica inicial mais apropriada para esse paciente, de acordo com as evidências recentes?