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Mulher de 35 anos com COVID-19 foi descanulada da ECMO venovenosa após 12 dias. Ela permanece no ventilador mecânico. A família pergunta o que esperar para o curso pós-ECMO. Constitui a afirmação mais precisa, nessa circunstância: 
Paciente previamente saudável de 59 anos está internado devido a peritonite difusa após perfuração do cólon sigmoide. Após a laparotomia, o paciente encontra-se hipotenso e taquicárdico, sem sinais de sangramento. Ele está com extremidades frias, com tempo de enchimento capilar retardado e hipotensão. O exame abdominal revela abdome flácido, não distendido, com pouca saída de líquido no dreno. Os resultados laboratoriais relevantes mostram: hemoglobina: 8,1 g/dL; plaquetas: 51.000/mm3; tempo de protrombina: 29 segundos (normal: 9 a 14); tempo de tromboplastina parcial ativado: 49 segundos (normal: 23,5 a 37,5); fibrinogênio sérico: 154 mg/dL (normal: 200 a 400). Qual é o manejo mais apropriado nesse momento?
Mulher de 67 anos com história de trombose venosa profunda há 15 anos e meningioma estável apresenta quadro de dispneia e hipotensão de 88 x 58 mmHg, mesmo após um bolus inicial de cristaloide. A ecocardiografia revela ventrículo direito dilatado com movimento paradoxal da parede septal; nota-se um trombo longo, fino e móvel no átrio direito (trombo tipo A), que é confirmado na angiografia pulmonar por tomografia, além de evidenciar embolia pulmonar nas artérias pulmonares principais direita e esquerda. Qual é a melhor abordagem para o manejo desse paciente?
Um paciente é internado com a hipótese diagnóstica de tempestade tireoidiana (thyroid storm). Quais são os medicamentos e qual a ordem correta para administrá-los nessa situação?
A onda quadrada para a entrega de gás durante a ventilação controlada por volume é esperada para beneficiar pacientes em qual das situações apresentadas a seguir?