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Um homem de 65 anos, ex-tabagista, apresenta lesão pulmonar periférica de 2,8 cm no lobo superior direito, associada a enfisema bolhoso predominante nos lobos superiores, sem evidências de doença metastática. A espirometria demonstra VEF1 de 1,18 L (39% do previsto). A equipe assistente considera o paciente de elevado risco funcional para lobectomia.

Nesse cenário, antes de contraindicar o tratamento cirúrgico, a estratégia mais adequada para estimar o risco funcional é
Um homem de 68 anos, com carcinoma pulmonar de não pequenas células localizado no lobo superior direito, apresenta indicação de lobectomia. Refere dispneia aos esforços habituais (mMRC 2).
A espirometria demonstra VEF1 de 1,35 L (48% do previsto) e a cintilografia pulmonar quantitativa estima que o lobo a ser ressecado contribua com 18% da função pulmonar.
Nesse contexto, para estratificar adequadamente o risco cirúrgico e definir a melhor conduta, a avaliação mais apropriada consiste em 
Paciente de 55 anos, pós-pneumonectomia direita por câncer de pulmão há 5 dias, apresenta febre, leucocitose e um nível hidroaéreo na cavidade pleural direita vazia, com desvio mediastinal para a esquerda.

O diagnóstico mais provável é 
Um paciente de 70 anos apresenta um derrame pleural esquerdo de volume pequeno a moderado. A avaliação clínica sugere insuficiência cardíaca.

A conduta inicial mais apropriada para o manejo desse derrame é
Paciente de 40 anos, fumante, apresenta hemoptise, dor torácica e perda de peso. A TC de tórax mostra uma massa no lobo superior direito invadindo a parede torácica e um derrame pleural ipsilateral. A toracocentese mostra líquido exsudativo com células malignas compatíveis com adenocarcinoma de pulmão.

O estadiamento clínico (TNM) do derrame pleural maligno, nesse contexto, é